Wey 07 de R$ 429 mil: seis lugares e 128 km elétricos compensam para PCD?

O GWM Wey 07 2027 custa R$ 429 mil e oferece propulsão híbrida plug-in, seis lugares e bancos com ajustes elétricos. A análise explica o enquadramento fiscal em São Paulo, os cuidados com transferência e cadeira de rodas e as condições comerciais pesquisadas. Traz revisões oficiais e simulações transparentes de financiamento, energia e custo de propriedade em três anos.

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Jairo Kleiser, mecânico formado no Senai em 1989 e administrador do JK Carros
Jairo Kleiser
Mecânico formado no SENAI em 1989 • Administrador do site

JK Carros • PCD premium e de luxo • Engenharia e compra

GWM Wey 07 2027 para PCD: o que o luxo de R$ 429 mil entrega além dos 517 cv

Por JK Carros • Pesquisa de preços, legislação e condições comerciais: • Referência tributária: São Paulo • Horizonte financeiro: 36 meses e 45.000 km.

O GWM Wey 07 1.5 Turbo PHEV AWD DHT 2027 custa R$ 429.000, oferece seis lugares e combina motor a gasolina com dois motores elétricos. Para o comprador PCD, o diferencial mais relevante pode estar nos ajustes dos bancos, na assistência às manobras e no conforto dos passageiros. A decisão, porém, exige verificar a transferência para o assento e o espaço para a cadeira de rodas com a família a bordo.

O preço supera o teto federal de IPI e o limite paulista de ICMS PCD. No cenário de São Paulo, também não há isenção de IPVA PCD para um automóvel desse valor. A GWM mantém canal de atendimento PCD com o Wey 07 entre os modelos de interesse, mas não foi localizada tabela pública com preço específico PCD para esta versão. As condições de varejo confirmadas incluem financiamento promocional e seguro de um ano pago pela marca, sujeito às regras da campanha.

O Wey faz mais sentido para quem procura acomodação individual na segunda fileira, dispõe de recarga na rotina e consegue absorver o custo de um SUV grande. Para quem depende dos seis assentos e precisa levar equipamentos volumosos, os 239 litros de porta-malas com todos os bancos em uso merecem atenção antes da assinatura.

Preço público • dado oficialR$ 429.000

Wey 07 convencional 2027. A versão Dark Edition é outra configuração comercial.

Preço PCD / venda diretaSob proposta

Canal oficial disponível; preço especial e percentual de desconto não publicados nas fontes consultadas.

Engenharia híbrida517 cv • AWD

Potência combinada, bateria de 42,5 kWh e autonomia elétrica de 128 km pelo Inmetro.

Acima do teto de isenção?

Sim. A compra pode ser realizada por uma pessoa com deficiência, mas isso não cria direito automático a abatimento tributário. Nesta análise, não foi deduzida isenção de IPI, ICMS, IOF ou IPVA paulista do orçamento do Wey 07.

Quanto custa o Wey 07 2027 e qual é a economia PCD comprovada?

O preço oficial do Wey 07 analisado é R$ 429 mil. O orçamento considera o veículo de série, sem adaptações, acessórios acrescentados pela loja ou serviços de documentação embutidos na negociação. A Dark Edition, de R$ 432 mil, tem proposta visual própria e não foi usada como base para os cálculos.

Compra à vista: referência sem desconto individual negociado
ItemValor / situação
Preço público do Wey 07 2027R$ 429.000
Opcionais e acessórios consideradosR$ 0 na simulação; nenhum acrescentado
Preço configurado de referênciaR$ 429.000
Preço específico de venda direta PCDInformação ainda não divulgada oficialmente até a data desta publicação nas fontes públicas consultadas.
Isenções deduzidas no cenário paulistaR$ 0
Bônus PCD e desconto da concessionáriaNão quantificados; dependem de proposta escrita
Preço adotado para a análiseR$ 429.000
Economia sobre o preço do carro neste cenárioR$ 0 • 0%

O resultado de economia zero descreve a compra pelo preço de tabela. Não significa impossibilidade de negociação. Para apurar uma vantagem concreta, use: economia nominal = preço público menos preço efetivamente pago; economia percentual = economia nominal dividida pelo preço público, multiplicada por 100.

Seguro pago pela fábrica, carregador fornecido e eventual avaliação do usado devem aparecer em linhas separadas. Um bônus de troca pode perder valor se a avaliação do automóvel entregue ficar abaixo de propostas concorrentes. O que interessa é a diferença final em dinheiro, com os mesmos equipamentos e serviços.

Esse raciocínio também ajuda a comparar a migração para modelos de outro porte, como o BMW X1 para o comprador PCD e o Audi Q3 e seus custos de propriedade.

Campanha de outubro: taxa nominal zero e seguro pago por um ano

O regulamento oficial consultado apresenta, para o Wey 07 2026/2027, entrada de R$ 257.400, equivalentes a 60%, mais 24 parcelas de R$ 7.416,42. A taxa nominal parte de zero, enquanto o CET informado parte de 0,29% ao mês e 3,60% ao ano. A condição via Safra depende de aprovação de crédito e de estoque, com vigência até 31/10/2026.

A mesma página anuncia um ano de seguro pago pela GWM para pedidos elegíveis de 01/10 a 31/10/2026. A emissão depende da aceitação da seguradora; uma recusa não gera automaticamente reembolso. Confirme na proposta se os benefícios serão aplicados conjuntamente e se as adaptações estarão cobertas.

Fonte comercial: regulamento GWM de outubro de 2026. Campanhas anteriores, inclusive bônus divulgados em julho, não foram transportadas para este orçamento.

IPI, ICMS, IPVA e IOF: o enquadramento do Wey 07

O ano/modelo 2027 identifica o veículo. A legislação aplicável depende da data de aquisição, do tributo e do estado de registro. Esta matéria utiliza as normas consultadas em 21/10/2026; as projeções futuras são cenários de orçamento, sujeitos às regras que estiverem em vigor em cada exercício.

Situação para aquisição pelo preço público pesquisado
Benefício / condiçãoResultadoFundamento da análise
IPI PCDNão enquadradoPreço de R$ 429 mil acima do teto federal de R$ 200 mil, com tributos.
ICMS PCD em SPNão enquadradoPreço acima de R$ 120 mil; não há abatimento da primeira faixa em qualquer carro mais caro.
IPVA PCD em SPSem isenção nesse valorAcima de R$ 120 mil de valor venal, o imposto incide sobre a base integral.
Isenção de IPVA por ser híbrido em SPNão aplicadaO Wey a gasolina não satisfaz a regra específica para híbridos a etanol/flex; o preço também supera seu limite.
IOF PCD no financiamentoNão deduzido; veículo fora do limite de potênciaO benefício tem requisitos próprios e limite de 127 HP brutos SAE.
Canal PCD da GWMDisponível para consultaO formulário oficial inclui o Wey 07; isso não equivale a preço especial aprovado.
Bônus comercial exclusivo PCDNão confirmadoSem percentual público verificável para esta versão na pesquisa.

IPI: o teto de preço já impede a isenção

A Lei nº 8.989/1995 estabelece teto de R$ 200 mil para a aquisição PCD com IPI isento e, no texto consultado, produz efeitos até 31/12/2026. O Wey 07 excede esse limite em R$ 229 mil. Seu motor 1.5 e sua condição de híbrido não eliminam o requisito de preço.

Em veículos elegíveis, a Receita exige autorização e enquadramento do beneficiário; o intervalo para nova aquisição PCD com IPI é de três anos. Os prazos de transferência e de utilização de outros benefícios precisam ser conferidos separadamente. Como não há isenção de IPI nesta compra, não se deve criar uma restrição fiscal de revenda como se o imposto tivesse sido dispensado.

ICMS: a parcela de R$ 70 mil não é um crédito para qualquer automóvel

Em São Paulo, o artigo 19 do Anexo I do RICMS, ligado ao Convênio ICMS 38/12, limita o preço sugerido a R$ 120 mil e a isenção à parcela da operação de até R$ 70 mil. Um carro de R$ 429 mil não recebe esse abatimento parcial. A autorização estadual e os requisitos pessoais também seriam necessários em um modelo elegível.

O regulamento paulista consultado prevê utilização do benefício a cada quatro anos e condições para alienação antecipada, mas essas obrigações não devem ser imputadas ao Wey comprado sem ICMS isento. Em outra unidade da Federação, consulte o regulamento local antes do faturamento.

IOF: comprar como PCD não elimina o imposto do crédito

A Receita informa que a isenção de IOF tem concessão única e limite de 127 HP de potência bruta SAE, além de requisitos próprios para o beneficiário. O motor a combustão do Wey tem potência técnica de 110 kW, aproximadamente 148 HP, antes mesmo de considerar a propulsão elétrica. O conjunto não foi tratado como elegível. Compare o custo do financiamento com IOF, tarifas e demais despesas efetivamente cobradas.

Quanto custa o IPVA do Wey 07 em São Paulo?

Para este automóvel particular, a referência paulista é 4%. Sobre uma base de R$ 429 mil, isso corresponde a R$ 17.160 por ano completo. A base de um veículo novo segue a regra fiscal da aquisição; nos exercícios seguintes, utiliza-se o valor fixado pela Fazenda, que pode divergir do preço de anúncio ou da revenda efetiva.

IPVA anual • cálculo de referência

R$ 429.000 × 4% = R$ 17.160. Em uma aquisição em outubro de 2026, a proporcionalidade de outubro a dezembro corresponderia a três doze avos, ou R$ 4.290, mantida essa base e sem outros ajustes.

Três quotas anuais integrais para padronizar o orçamento
Período de referênciaBase hipotéticaAlíquota mantidaIPVA calculado
Ano 1R$ 429.0004%R$ 17.160
Ano 2R$ 386.1004%R$ 15.444
Ano 3R$ 343.2004%R$ 13.728
Provisão adotada no modelo financeiroR$ 46.332

Projeção, não lançamento tributário: as bases foram arbitradas em 100%, 90% e 80% do preço inicial. Não representam tabela venal futura. O TCO usa três quotas integrais como convenção comparativa; para uma compra em outubro, o fluxo real de 36 meses atravessa quatro exercícios e deve ser recalculado com as guias correspondentes.

Acima de R$ 120 mil de valor venal, a regra paulista PCD não preserva a isenção dos primeiros R$ 70 mil. E a isenção específica de alguns híbridos não contempla automaticamente todo PHEV. Essa diferença também aparece no guia de SUVs acima de R$ 300 mil para PCD.

Como funciona a engenharia híbrida do Wey 07

A arquitetura Hi4 reúne o motor 1.5 turbo a gasolina, um motor elétrico dianteiro e outro traseiro, com transmissão dedicada híbrida DHT de quatro marchas. O gerenciamento define como distribuir o trabalho entre os propulsores e os eixos. A potência combinada divulgada é de 517 cv e o torque, de 820 Nm, aproximadamente 83,6 kgfm.

PHEV significa híbrido com recarga externa. Ele pode percorrer trajetos usando energia da bateria e continuar a viagem com o sistema a gasolina. Diferentemente de um híbrido leve, possui bateria e propulsão elétrica capazes de atender deslocamentos relevantes. A economia depende de aproveitar essa capacidade na rotina.

Dados oficiais relevantes para engenharia e uso PCD
ParâmetroWey 07
Propulsão / transmissão / tração1.5 turbo a gasolina + dois elétricos / DHT de quatro marchas / integral
Potência e torque combinados517 cv e 820 Nm
Bateria / alcance elétrico brasileiro42,5 kWh / 128 km pelo Inmetro
0 a 100 km/h4,9 segundos, segundo a fabricante
Comprimento / largura / altura5.156 / 1.980 / 1.805 mm
Entre-eixos / vão livre do solo3.050 / 180 mm
Massa em ordem de marcha / carga máxima2.545 kg / 530 kg
Diâmetro nominal de giro12,5 metros, conforme manual
Pneus265/45 R21
Assentos / bagageiro6 / 239 litros; até 1.040 litros com a terceira fileira rebatida

A relação calculada é próxima de 4,9 kg por cv, mas uma avaliação PCD precisa dar prioridade à progressividade do acelerador e ao controle em baixa velocidade. A aceleração máxima não informa se um comando manual será confortável ou se o condutor conseguirá dosar pequenas correções ao estacionar.

A massa também importa: em movimento, há mais energia para administrar nas frenagens e mudanças de direção. A tração integral ajuda a distribuir força ao piso, mas não encurta, por si só, a distância de frenagem. Pneus, aderência, velocidade e carga continuam determinantes.

A suspensão é independente, McPherson na dianteira e multibraço na traseira. A combinação permite tratar movimentos das rodas com maior liberdade de ajuste, mas o conforto percebido depende também de pneus, calibração e pavimento. Não foi realizada avaliação instrumental de rodagem para esta matéria.

Antes de priorizar potência, compare a funcionalidade apresentada nas análises do Macan GTS elétrico para PCD e do BYD Yuan Plus AWD.

Consumo: 128 km elétricos e os limites da comparação em km/l

A tabela PBEV 2026 do Inmetro informa 10,8 km/l na cidade e 9,1 km/l na estrada para a operação a gasolina do Wey 07, com resultado combinado de 10,0 km/l. Ela também apresenta 25,9 e 22,8 km/l equivalentes no modo elétrico, além dos 128 km de autonomia elétrica.

Os números equivalentes não significam que o carro percorra 25,9 km consumindo somente um litro de gasolina. Eles permitem comparação energética padronizada. Da mesma forma, os 185 km anunciados no ciclo WLTP pertencem a outro procedimento de medição e não substituem os 128 km do padrão brasileiro.

A bateria não entrega necessariamente todo o seu valor nominal ao motorista: o sistema gerencia reservas e limites de operação. Por isso, dividir 42,5 kWh por 128 km não fornece, sozinho, o consumo real na tomada. Para o orçamento abaixo, o consumo elétrico é uma hipótese declarada, separada da homologação.

Para colocar a tecnologia em perspectiva, consulte a análise do Toyota RAV4 XSE PHEV e o guia de compra de elétricos para permanência de três a cinco anos.

Recarga: o limite do carro é diferente da potência do wallbox

A GWM informa recarga AC de até 6,6 kW e DC de até 60 kW. O catálogo atual indica aproximadamente 6h30 de 15% a 100% em AC e 26 minutos de 30% a 80% em DC, sob as condições de referência da fabricante. Temperatura, carga inicial e infraestrutura podem alterar os tempos.

Um wallbox de 7 kW não obriga o carro a receber 7 kW. A potência efetiva é limitada pelo componente mais restritivo do conjunto. Também não se deve considerar 26 minutos como tempo de uma carga completa: o intervalo divulgado cobre apenas parte da bateria.

Para o usuário PCD, a instalação precisa permitir alcançar o conector, manejar o cabo e circular ao redor do veículo. Teste a força necessária para conectar e destravar, a posição da portinhola e a possibilidade de executar essas tarefas a partir da cadeira. Se outra pessoa fizer a operação, inclua essa dependência no planejamento de viagens.

O Pacote Tranquilidade consultado prevê wallbox para veículos elegíveis, mas atribui o custo da instalação ao cliente. O orçamento deve cobrir avaliação elétrica, trajeto do circuito e execução do serviço. Outras estratégias de recarga estão na análise do BMW iX3 elétrico.

Acessibilidade real: o banco de luxo precisa funcionar para a pessoa

O Wey 07 tem arranjo de seis lugares em três fileiras. A proposta favorece o espaço individual, sobretudo na segunda fila, mas isso não permite atribuir uma nota universal de acessibilidade. Altura do assento, largura útil das portas, ângulo de abertura e altura da soleira não foram encontrados como medidas oficiais suficientes para validar uma transferência.

Os 180 mm de vão livre do solo medem outra característica do projeto. Não indicam a distância entre o chão e o assento. Um SUV pode exigir que determinada pessoa suba para entrar e que outra desça para se acomodar, dependendo de sua estatura, da cadeira e da posição do banco.

Portas dianteiras: medir a transferência com o carro na vaga

O teste deve começar com o veículo estacionado em uma situação parecida com a garagem do comprador. Abra a porta até o limite disponível, posicione a cadeira, andador ou muletas e confira a passagem das pernas. Observe a coluna dianteira, o contorno do painel, a soleira e a borda lateral do assento.

Uma porta grande pode facilitar o acesso em espaço aberto e tornar a operação difícil em vaga estreita. Apoios, alcance da maçaneta e força para fechar também contam. A avaliação dianteira permanece dependente de teste presencial; não foi classificada como excelente sem medição. Para uma comparação de carrocerias, veja o estudo do Honda Prelude para o público PCD.

Segunda e terceira fileiras: o passageiro também precisa participar do teste

Os bancos individuais da segunda fileira merecem avaliação prioritária para o PCD não condutor. Verifique se o acompanhante consegue auxiliar sem se curvar excessivamente, se há espaço para posicionar os pés e se o cinto fica ao alcance. Apoios de braço e pernas podem ser úteis durante a viagem e constituir obstáculos na transferência lateral.

O acesso à terceira fila envolve atravessar a região da segunda fileira e alcançar assentos posteriores. Ela não deve ser escolhida como acomodação principal de uma pessoa com mobilidade reduzida apenas porque há lugares disponíveis. Entrada, saída e possibilidade de assistência precisam ser demonstradas na prática.

Leitura documental: potencial de uso e validação necessária
ÁreaO que favorece o usoO que decide a aprovação
Primeira fileiraAjustes elétricos e memória de posiçãoTransferência, borda do banco, passagem das pernas e alcance dos comandos
Segunda fileiraAssentos individuais com ajustes elétricosAbertura útil, apoio de braços, atuação do acompanhante e posição do cinto
Terceira fileiraDois lugares adicionaisPercurso de acesso e saída; não presumir facilidade para mobilidade reduzida
Porta-malasTampa elétrica com sensorCadeira real, altura de levantamento e espaço com os bancos necessários em uso

Bancos, memória e comandos: onde o equipamento pode reduzir esforço

O catálogo atual lista banco do motorista com 12 ajustes elétricos, memória, ventilação, aquecimento e massagem; o do passageiro dianteiro tem dez ajustes. Na segunda fila, há ajustes elétricos e apoio de pernas. A função de memória pode ajudar a alternar uma posição para entrar e outra para dirigir, desde que a operação seja testada com segurança.

Ainda assim, apoio lateral pronunciado pode dificultar deslizar sobre o assento. Almofadas e apoios usados pelo comprador também alteram a altura e o posicionamento do cinto. Ajuste elétrico não garante postura adequada nem compatibilidade com toda adaptação.

Há uma divergência documental relevante: o material de lançamento citava massagem na segunda fileira; o catálogo atualmente vinculado à página do modelo não a relaciona nessa linha de bancos. Esta matéria não considera massagem traseira como equipamento confirmado do carro a ser entregue. Confira a lista vinculada ao chassi e à proposta.

A central com comandos por voz pode reduzir algumas interações manuais, enquanto funções concentradas em tela exigem avaliar alcance e precisão. O volante é descrito no catálogo com ajuste manual de altura e profundidade; não foi tratado como coluna elétrica. A comparação funcional pode incluir o Volvo EX40 Plus.

Cadeira de rodas: 239 litros com seis pessoas, até 1.040 com a terceira fila rebatida

O manual informa que o volume divulgado é medido do assoalho até o teto. Essa metodologia exige cuidado ao comparar os 1.040 litros com bagageiros medidos até uma cobertura. O número maior também pressupõe rebater a terceira fila, reduzindo a capacidade de acomodar passageiros.

Leve a cadeira utilizada no dia a dia, incluindo rodas, almofada e acessórios. Teste a carga na posição em que ela será transportada e acrescente malas e equipamentos. Uma cadeira dobrável e uma rígida podem exigir arranjos completamente diferentes. A tampa elétrica reduz o esforço de abertura, mas não levanta a cadeira do chão.

A configuração original prevê o ocupante acomodado em um assento do veículo. Esta análise não confirma projeto homologado para viajar na própria cadeira, nem instalação de rampa ou plataforma. Essa necessidade deve ser apresentada a uma empresa de transformação antes da escolha do automóvel. O guia do Hyptec HT amplia a comparação entre proposta de luxo e funcionalidade.

A carga útil pode se esgotar antes de acabar o espaço

A capacidade máxima declarada de carga é 530 kg. Em um exemplo puramente aritmético, seis ocupantes de 75 kg somam 450 kg; uma cadeira de 30 kg e 50 kg de bagagem completam os 530 kg. Equipamentos e acessórios permanentes também precisam entrar na conta conforme as regras de carregamento do veículo.

Isso torna indispensável cruzar lotação, bagagem e equipamentos. Volume disponível não autoriza ultrapassar a massa máxima ou a carga de cada eixo. O planejamento deve considerar a composição real da família.

Garagem e adaptações: aprovar o conjunto completo

Com 5,156 metros de comprimento e diâmetro nominal de giro de 12,5 metros, o Wey pede espaço para manobra. A largura de catálogo não representa o espaço necessário com uma porta aberta e a cadeira ao lado. Teste a entrada da garagem, a rampa, a abertura do porta-malas e a circulação do acompanhante.

Pomo giratório, acelerador e freio manuais, extensões de pedal, bancos especiais ou guinchos dependem de projeto compatível com a CNH e com o veículo. Não foi identificada homologação pública que permita prometer todas essas soluções para o Wey 07. Solicite parecer técnico sobre fixações, airbags, sensores e preservação dos sistemas elétricos.

O câmbio na coluna e os comandos de assistência exigem atenção ao posicionamento de alavancas adicionais. Uma solução que funcione mecanicamente precisa também permitir acionar os comandos essenciais sem interferências. Consulte ainda a análise de porte e ergonomia do BMW X2 para PCD.

ADAS e segurança: quais recursos têm utilidade funcional?

O pacote documentado inclui controle de cruzeiro adaptativo, frenagem autônoma de emergência, assistência de faixa, monitoramento de ponto cego, alertas de tráfego cruzado, câmeras panorâmicas e auxílio ao estacionamento. O Auto Hold ajuda a manter o veículo parado, enquanto o head-up display pode reduzir consultas ao painel.

  • ACC: pode reduzir a repetição de comandos em trajetos apropriados; o motorista continua responsável por acelerar ou frear quando necessário.
  • Câmeras e sensores: ajudam a perceber obstáculos, mas não medem se há espaço suficiente para a transferência de uma pessoa.
  • Ponto cego e tráfego cruzado: acrescentam informação ao mudar de faixa ou sair de uma vaga, respeitados os limites de detecção.
  • Assistência de faixa: deve ser experimentada com o condutor e sua adaptação para avaliar a interação com as intervenções no volante.
  • Estacionamento assistido: exige supervisão e conhecimento do procedimento; não assegura uma vaga acessível após a manobra.

Essas observações são uma interpretação funcional dos equipamentos, não um teste de desempenho do sistema. A denominação comercial de assistência não autoriza condução sem supervisão. O comprador pode usar o mesmo roteiro ao avaliar o Zeekr 7X Premium.

Na segurança passiva, a fabricante informa seis airbags, pré-tensionadores e fixações ISOFIX. A posição do corpo, do encosto e do cinto precisa respeitar o manual. Funções de relaxamento não devem ser interpretadas como autorização para viajar em qualquer posição.

Não foi localizado, nas bases consultadas, resultado específico Latin NCAP ou Euro NCAP aplicável ao Wey 07 brasileiro analisado. A avaliação europeia do Wey 05/Coffee 01 pertence a outro modelo e não foi transferida para este SUV.

Financiamento: o CET explica o custo que a taxa zero não mostra

O Banco Central define o CET como uma forma de consolidar despesas da operação, incluindo juros, tarifas, tributos e outros custos incidentes. Compare propostas com a mesma entrada, prazo e valor liberado, além de verificar serviços agregados e eventual parcela final.

Na campanha oficial do Wey, a taxa nominal zero convive com CET positivo porque há despesas na operação. O regulamento informa total a prazo de R$ 435.394,18, superior em R$ 6.394,18 ao preço à vista. Isso é custo total adicional do crédito, não juro nominal cobrado à taxa anunciada.

A soma de R$ 257.400 com 24 parcelas arredondadas de R$ 7.416,42 resulta em R$ 435.394,08. Há diferença de R$ 0,10 em relação ao total publicado no regulamento. A proposta contratual deve reconciliar os valores; na comparação de TCO foi mantido o total informado pela GWM.

Três simulações para entradas e prazos diferentes

Simulação financeira • não representa proposta de crédito

Os cenários A, B e C usam juros hipotéticos de 1,50% ao mês, sistema Price e primeira parcela em 30 dias. Essa taxa equivale a aproximadamente 19,56% ao ano por capitalização. IOF, tarifas, seguros e serviços não foram incluídos; portanto, não é o CET de uma oferta real. A taxa foi escolhida apenas para demonstrar o efeito do prazo.

Preço-base de R$ 429.000; cálculos com valores não arredondados
CenárioEntradaFinanciadoPrazoParcelaJuros calculadosTotal com entrada
A • 50%R$ 214.500R$ 214.50024 mesesR$ 10.708,72R$ 42.509,28R$ 471.509,28
B • 40%R$ 171.600R$ 257.40036 mesesR$ 9.305,63R$ 77.602,56R$ 506.602,56
C • 30%R$ 128.700R$ 300.30048 mesesR$ 8.821,31R$ 123.122,99R$ 552.122,99

Na simulação B, as parcelas somam R$ 335.002,56: descontados os R$ 257.400 de principal, os juros chegam a R$ 77.602,56, equivalentes a 18,09% do preço do automóvel. Na C, o juro total representa 28,70% do preço, embora a parcela seja menor que na A.

Se a taxa hipotética da B subir de 1,50% para 2,00% ao mês, a parcela passa a aproximadamente R$ 10.098,54 e os juros a R$ 106.147,31. A diferença supera R$ 28,5 mil. Esse exercício mostra por que negociar somente o valor da prestação pode comprometer o resultado financeiro.

A proposta promocional exige entrada maior que os três exemplos. Ela deve ser comparada com a disponibilidade de caixa, e não extrapolada para qualquer percentual de entrada. O mesmo cuidado vale ao financiar alternativas como o BMW X3 M50.

À vista ou financiado: comparar liquidez e custo do capital

O pagamento à vista elimina o custo do crédito, mas concentra recursos no veículo. O financiamento preserva parte do caixa e cria obrigações futuras. A comparação exige confrontar o CET com um retorno líquido compatível com prazo e risco, além de manter recursos para adaptações, manutenção e despesas pessoais.

Como exercício isolado, R$ 429 mil aplicados a um retorno hipotético líquido de 0,60% ao mês, sem retiradas, gerariam cerca de R$ 103,1 mil em 36 meses. Isso não é rendimento prometido nem recomendação de produto. Esse custo de oportunidade não foi somado ao TCO, para manter a análise principal separada da escolha patrimonial e evitar duplicação com o custo do financiamento.

Seguro, adaptações e reparos: contratar cobertura para a rotina real

Seguro estimado • limite da informação

Não há cotação individual de seguro nesta matéria. Para São Paulo capital, CEP, idade, condutores, garagem, bônus, uso e adaptações ainda precisam ser informados. A reserva de R$ 10 mil por ano usada adiante é uma hipótese de orçamento, não preço de mercado apurado.

A SUSEP orienta conferir coberturas, limites de indenização, franquias e regras de reparação. Para o Wey, peça proposta com os condutores reais e identifique equipamentos PCD instalados, seus valores e notas fiscais. Não presuma cobertura automática para acelerador manual, guincho, banco especial ou outro dispositivo.

Confira assistência, limite de guincho, faróis, vidros, retrovisores, teto, terceiros e carro reserva. Um substituto convencional pode não atender quem depende de adaptações. A necessidade de mobilidade durante o reparo deve constar da negociação com corretor e prestadores.

Em colisões, o orçamento pode envolver sensores, câmeras, suportes, módulos e calibração de ADAS, além da peça externa danificada. A oficina deve avaliar o procedimento exigido pelo fabricante. Um para-choque recuperado visualmente não demonstra, sozinho, o funcionamento correto da assistência.

O conjunto eletrificado também exige rede preparada para trabalhar com alta tensão. Não há preço oficial único de reparo de colisão que possa ser antecipado para todos os casos. Para comparar esse risco de propriedade, consulte o guia do Porsche Macan 4S elétrico.

Revisões, pneus e garantia: o que já pode entrar na conta

A GWM estabelece revisões a cada 12 meses ou 12.000 km, o que ocorrer primeiro. Na tabela oficial consultada, válida para serviços realizados até 31/10/2026, os preços abaixo incluem os itens previstos para a revisão em condições normais de uso.

Revisões programadas: preços de outubro de 2026
RevisãoMarco de quilometragem*Preço oficial pesquisado
1ª12.000 kmR$ 1.699
2ª24.000 kmR$ 1.809
3ª36.000 kmR$ 2.039
4ª48.000 kmR$ 2.389
5ª60.000 kmR$ 5.209
6ª72.000 kmR$ 2.149
Três primeiras revisõesR$ 5.547

*O prazo em meses pode antecipar o serviço. Mantidos os preços atuais e uma utilização de 15.000 km/ano, a soma programada seria de R$ 1.699 em um ano, R$ 5.547 em três anos e R$ 15.294 em cinco anos, quando seis revisões por quilometragem já teriam ocorrido. São projeções sem inflação, não pacotes de preço futuro garantido.

A manutenção programada não inclui automaticamente pneus, avarias, todo desgaste ou reparos fora das condições de garantia. Mesmo rodando predominantemente em modo elétrico, o proprietário precisa seguir o cronograma do conjunto híbrido.

Pneus 265/45 R21: dimensão, carga e custo de reposição

A medida original é 265/45 R21. O perfil nominal corresponde a cerca de 119 mm de flanco, mas esse cálculo não permite comparar conforto sem considerar construção, pressão e carga. A roda grande exige atenção a impactos e ao índice de carga do pneu substituto.

Não foi confirmada especificação run-flat no material utilizado. Peça cotação por marca, modelo e índices aprovados para o carro; inclua montagem e balanceamento. No TCO, foi reservada uma verba hipotética de R$ 10 mil para quatro pneus, equivalente a R$ 2.500 por unidade. Não é cotação, nem previsão de troca obrigatória aos 45 mil km.

Garantia e rede: cobertura tem prazo, condições e limites

O manual consultado prevê garantia básica de cinco anos sem limite de quilometragem e de oito anos ou 200 mil km para os componentes do sistema híbrido ali especificados, o que ocorrer primeiro. Peças de desgaste e itens com cobertura diferenciada não recebem necessariamente o prazo geral. A redução natural de capacidade da bateria não equivale automaticamente a defeito coberto.

Confirme qual concessionária atende o Wey na sua região, a capacidade para diagnóstico de alta tensão e o procedimento de calibração. Quantidade nacional de lojas não substitui a distância até a oficina apta a resolver o problema. Prazos de peças e disponibilidade de atendimento domiciliar devem ser obtidos para o endereço do comprador.

O Pacote Tranquilidade prevê oficina móvel e carro cortesia sob condições. O regulamento consultado vincula a cortesia a reparo coberto por garantia e imobilização superior a cinco dias úteis; o substituto pode ser de outra categoria e não necessariamente adaptado. Isso deve entrar no planejamento de continuidade de mobilidade.

Quanto o Wey 07 pode gastar com gasolina e eletricidade?

Para uma comparação reproduzível, foram adotadas as seguintes premissas hipotéticas de orçamento em 21/10/2026: 70% da distância com tração elétrica; 30% com operação a gasolina; 0,30 kWh/km medido na tomada nos trechos elétricos; eletricidade a R$ 1,00/kWh; gasolina a R$ 6,50/litro; e 10,0 km/l nos trechos a gasolina.

Os 10,0 km/l são a referência combinada do PBEV; o consumo na tomada e os preços dos insumos são parâmetros de simulação, não pesquisa tarifária nem medição do carro. Rodar 70% eletricamente pressupõe recargas frequentes e percursos compatíveis. A operação real pode misturar fontes de energia de outra forma.

Energia comprada por ano nas hipóteses adotadas
UsoEletricidadeGasolinaPor mêsPor anoEm três anos
10.000 km/ano2.100 kWh300 litrosR$ 337,50R$ 4.050R$ 12.150
15.000 km/ano3.150 kWh450 litrosR$ 506,25R$ 6.075R$ 18.225
20.000 km/ano4.200 kWh600 litrosR$ 675,00R$ 8.100R$ 24.300

No cenário intermediário, o custo energético modelado é R$ 0,405/km. Se a energia passar para R$ 2,00/kWh, mantidas as demais premissas, o gasto anual sobe para R$ 9.225. Se não houver uso elétrico e o consumo a gasolina ficar em 10 km/l, os mesmos 15 mil km custariam R$ 9.750. São sensibilidades matemáticas, não resultados de teste.

Quem compara configurações deve confrontar também preço e infraestrutura, como no Haval H6 PHEV35 2027.

Desvalorização e recompra: quanto do preço pode voltar na venda?

Não existe cotação futura garantida para a revenda de um Wey 07 2027 após três anos. Campanhas de zero-quilômetro, evolução das baterias, rede, conservação, histórico de manutenção e demanda local podem alterar o valor recebido.

O TCO usa revenda hipotética de R$ 300.300, equivalente a 70% dos R$ 429 mil pagos. A perda patrimonial seria R$ 128.700. Os percentuais alternativos abaixo servem para verificar a sensibilidade do orçamento; não são previsão de mercado.

Mesmo veículo, diferentes resultados patrimoniais em 36 meses
Valor recuperadoRevenda hipotéticaDepreciaçãoTCO modelado à vista*
80% do preço pagoR$ 343.200R$ 85.800R$ 204.504
70% • cenário-baseR$ 300.300R$ 128.700R$ 247.404
60% do preço pagoR$ 257.400R$ 171.600R$ 290.304

*Mantidas todas as outras premissas do TCO. A tabela modifica apenas a revenda final; a provisão de IPVA permanece a mesma para isolar esse efeito.

O programa de recompra divulgado no Pacote Tranquilidade possui condições próprias, inclusive vínculo a financiamentos parceiros e termo de adesão. A referência de 80% da FIPE vigente não significa recuperar 80% do preço original. Peça o regulamento da operação pretendida antes de atribuir valor financeiro à promessa comercial.

TCO do Wey 07 em três anos: uma conta aberta para o comprador ajustar

O custo total de propriedade combina despesas do período com a diferença entre compra e revenda. Não se soma o preço integral de aquisição com a depreciação sem descontar a venda final, pois isso contaria parte do mesmo capital duas vezes.

TCO = preço pago − valor de revenda + despesas de uso + custo adicional do crédito.

O cenário considera compra por R$ 429 mil, 45 mil km em 36 meses, revenda por R$ 300.300, três quotas anuais integrais de IPVA e preços constantes. A tabela distingue despesas calculadas de reservas arbitradas exclusivamente para orçamento. Elas devem ser substituídas pelas propostas do comprador.

TCO ilustrativo à vista, sem adaptações e sem benefício de seguro
ComponenteValor em 36 mesesNatureza da informação
AquisiçãoR$ 429.000Preço oficial usado como ponto de partida
Revenda ao final− R$ 300.300Projeção hipotética de 70% do preço pago
IPVAR$ 46.332Convenção de três quotas integrais; bases e regra mantidas por hipótese
SeguroR$ 30.000Reserva hipotética de R$ 10 mil/ano; sem cotação individual
Gasolina e eletricidadeR$ 18.225Cenário de 15 mil km/ano descrito acima
Revisões programadasR$ 5.547Três primeiras revisões a preços atuais, sem reajustes
Manutenção não programada / desgasteR$ 3.000Reserva hipotética; não indica defeito esperado
PneusR$ 10.000Reserva hipotética para um jogo; sem cotação
LicenciamentoR$ 600Reserva hipotética de R$ 200/ano; não é tabela oficial
Registro inicial e emplacamentoR$ 1.000Reserva hipotética, a substituir pelo custo local
Instalação da recargaR$ 4.000Reserva hipotética; pressupõe wallbox fornecido na condição elegível
Custo do créditoR$ 0Compra à vista neste cenário
TCO modeladoR$ 247.404Despesas mais depreciação, sem duplicar a aquisição

O desembolso modelado com aquisição e despesas seria R$ 547.704. Subtraindo a revenda hipotética de R$ 300.300, chega-se ao TCO de R$ 247.404. A depreciação embutida nessa conta é R$ 128.700; as demais despesas e reservas somam R$ 118.704.

Adaptações, equipamentos de transferência, estacionamento, pedágios, multas e eventual mobilidade substituta particular não foram precificados. Quando necessários, devem ser acrescentados. Reservas de pneus e manutenção podem não ser integralmente consumidas; o objetivo é testar a capacidade de suportar o orçamento, não prever cada nota fiscal.

TCO em três anos • simulaçãoR$ 247.404

Cenário-base à vista, com revenda hipotética de 70% e seguro reservado por três anos.

Custo médio mensal • simulaçãoR$ 6.872

R$ 247.404 divididos por 36 meses, incluindo a perda patrimonial.

Custo por quilômetro • simulaçãoR$ 5,50/km

R$ 247.404 divididos por 45 mil km. Não equivale ao gasto de combustível.

Como o seguro pago e o financiamento alteram o TCO

Mesmas premissas de uso e revenda; alteração isolada de cada condição
Compra / condiçãoTCO em 36 mesesMédia mensal
À vista, sem seguro pago pela GWMR$ 247.404R$ 6.872,33
À vista, com primeiro ano de seguro aprovado*R$ 237.404R$ 6.594,56
Financiamento oficial de outubro, sem descontar seguro*R$ 253.798,18R$ 7.049,95
Simulação B a 1,50% a.m., antes de tarifas e IOF adicionaisR$ 325.006,56R$ 9.027,96

*O cenário com seguro elimina apenas a reserva hipotética de R$ 10 mil do primeiro ano; esse valor não é o preço comprovado do benefício. A linha de financiamento oficial acrescenta R$ 6.394,18 ao cenário-base. Eventual combinação de benefícios depende da proposta e da aprovação. O financiamento de 24 meses está integralmente dentro do horizonte de 36 meses; a simulação C, de 48 meses, não foi usada nesse TCO.

Quanto reservar por mês para manter o carro?

Sem depreciação nem prestações, as despesas e reservas do cenário-base equivalem a R$ 3.297,33 por mês, incluindo o rateio de instalação e documentação inicial. A perda patrimonial hipotética adiciona R$ 3.575 por mês à leitura econômica, resultando nos R$ 6.872,33 de TCO mensal.

No fluxo da simulação B, parcela de R$ 9.305,63 mais provisões de R$ 3.297,33 exigiriam aproximadamente R$ 12.602,96 mensais, além da entrada de R$ 171.600. Esse fluxo de caixa difere do TCO: a parcela contém devolução do principal, enquanto a análise econômica considera a perda de valor e os juros.

Uma comparação patrimonial com o Porsche Cayenne S E-Hybrid deve seguir a mesma metodologia, com propostas e premissas equivalentes.

Concorrentes e alternativas: quais propostas colocar na mesma negociação?

Há diferenças de lotação, tamanho e arquitetura entre as alternativas. O Atto 8 e o Outlander aproximam-se do uso familiar com três fileiras; o X3 representa uma alternativa premium de cinco lugares. A comparação abaixo é comercial e funcional, sem atribuir equivalência automática de equipamentos ou acessibilidade.

Referências públicas consultadas em 21/10/2026
Modelo / versãoPreço consultadoPropostaPonto decisivo para PCD
GWM Wey 07 2027R$ 429.000PHEV AWD; seis lugaresTransferência para bancos individuais e bagageiro com todas as fileiras em uso
BYD Atto 8R$ 399.990PHEV AWD; sete lugaresTestar a segunda fila e a carga de cadeira junto à bagagem
Mitsubishi Outlander PHEV HPE-S 2027R$ 329.990PHEV 4×4; sete lugaresComparar a diferença de orçamento com a funcionalidade efetivamente necessária
BMW X3 30 xDrive M Sport 2027R$ 528.950Híbrido leve; cinco lugaresAvaliar acesso, comandos e custo sem pressupor uso elétrico de um PHEV

Wey: preço oficial de outubro. Outlander: condição de outubro publicada no comparador da Mitsubishi. X3: preço público 2026/2027, pintura sólida e frete incluso, válido de 01/10 a 31/10/2026. Atto 8: referência oficial da BYD corroborada por oferta de concessionária autorizada consultada; confirmar ano/modelo e validade na proposta. Não foram assumidos descontos exclusivos PCD para os concorrentes.

Uma comparação de acessibilidade precisa repetir os mesmos ensaios de entrada, saída, cinto e carga em todos os veículos. Sem essas medições e sem cotações equivalentes de seguro, manutenção e revenda, não há base para declarar um vencedor de acessibilidade ou um ranking numérico de TCO entre eles.

Premium zero-quilômetro, usado ou PCD tradicional?

Um premium usado pode reduzir o desembolso inicial, mas exige histórico, inspeção, verificação de garantia remanescente e diagnóstico do sistema híbrido. Uma redução no preço do usado não implica queda proporcional no custo de componentes. Adaptações já existentes precisam ser avaliadas para a pessoa que utilizará o carro.

Um modelo de preço inferior, eventualmente elegível a benefícios, pode preservar recursos para equipamentos, acompanhante e deslocamentos. O ganho funcional do Wey precisa aparecer no cotidiano: entrar com menos esforço, viajar com acomodação adequada ou reduzir tarefas repetitivas. Se isso não ocorrer, o preço maior estará comprando principalmente espaço e sofisticação.

A discussão pode ser ampliada com o guia de carros chineses para PCD: o que avaliar além do desconto.

Documentação e sequência de compra para condutor e não condutor

A compra convencional não exige obter uma autorização de isenção que não se aplica ao carro. Já a condução com restrições, a representação legal, o financiamento e a instalação de adaptações têm exigências próprias. O diagnóstico de uma condição de saúde, isoladamente, não garante benefício fiscal.

  • PCD condutor: identificação, CPF, endereço, CNH válida e restrições compatíveis; documentação técnica e procedimentos de regularização das adaptações, quando exigidos.
  • PCD não condutor: identificação do comprador e de quem dirigirá, definição da titularidade e representação legal quando efetivamente necessária. Não dirigir não torna todo adulto dependente de representante.
  • Representante legal: identificação e documento que comprove seus poderes, conforme o caso, sem presumir curatela para toda pessoa com deficiência.
  • Condutores: CNHs e identificação solicitadas pela operação e pelo seguro. As regras fiscais de condutores autorizados pertencem ao benefício correspondente; não são exigência universal de uma compra sem isenção.
  • Documentos comerciais e do veículo: proposta com versão e ano/modelo, preço, descontos separados, itens, prazo, nota fiscal, chassi, garantia e condições de entrega.
  • Crédito: comprovação financeira solicitada pelo banco, CET, planilha de parcelas, tarifas, IOF, gravame e condições de liquidação.
  • Seguro: proposta aceita, condutores corretos, dados das adaptações e comprovantes dos equipamentos incluídos.
  1. Defina as necessidades de transferência, posição de viagem, equipamentos e lotação.
  2. Faça o teste presencial com a pessoa PCD, o acompanhante e a cadeira ou outro equipamento utilizado.
  3. Obtenha parecer de adaptação e verifique os procedimentos aplicáveis à CNH e ao veículo.
  4. Solicite propostas em concessionárias, separando preço do carro, avaliação do usado e benefícios.
  5. Confirme o enquadramento tributário no estado de registro antes do faturamento.
  6. Cote seguro, financiamento e instalação da recarga; atualize o TCO com os valores recebidos.
  7. Formalize versão, ano/modelo, equipamentos, validade das campanhas e prazo de entrega.
  8. Providencie registro, seguro, adaptações e regularizações exigíveis, na sequência orientada pelos responsáveis.
  9. Na entrega, confira chassi, itens, funcionamento dos comandos, carregadores e documentação.

Veredicto JK Carros: quando o Wey 07 vale a compra para PCD?

Veredicto JK Carros

O Wey 07 2027 pode justificar os R$ 429 mil para o comprador PCD que aproveita os bancos individuais, valida a transferência e possui recarga frequente. Sua tecnologia deve ser avaliada pelo esforço que reduz e pela acomodação que oferece. O orçamento precisa comportar tributação integral no cenário paulista, seguro, pneus e risco de revenda.

Pontos que sustentam a escolha

  • Ampla possibilidade de ajuste dos bancos nas primeiras fileiras, a ser validada para cada usuário.
  • Autonomia elétrica homologada que permite planejar parte relevante da rotina com recarga externa.
  • Câmeras, assistência de manobra e Auto Hold com utilidade potencial na redução de tarefas repetitivas.
  • Plano de revisões com preços públicos e garantia específica para componentes do sistema híbrido.

Limitações que podem mudar a decisão

  • Preço acima dos tetos de IPI, ICMS e IPVA PCD utilizados nesta análise.
  • 239 litros de bagageiro com todos os assentos em uso e carga útil de 530 kg.
  • Dimensões que exigem garagem, vaga e circulação lateral compatíveis com a transferência.
  • Ausência de confirmação universal de adaptações e de medidas oficiais suficientes para classificar o acesso de cada perfil.
  • Depreciação e crédito capazes de pesar mais no orçamento que a economia de energia.

O perfil mais aderente é o de família que utiliza prioritariamente as primeiras duas fileiras, consegue rebater a terceira quando precisa transportar equipamentos e dispõe de suporte de pós-venda acessível. O não condutor deve aprovar o lugar em que realmente viajará, e não somente o conforto apresentado ao motorista.

Quem precisa ocupar os seis lugares e transportar uma cadeira volumosa, viajar na própria cadeira ou maximizar isenções deve resolver essas necessidades antes de avançar na compra. O critério final é a autonomia de uso que o veículo proporciona à pessoa e à família, dentro de um custo sustentável.

Perguntas frequentes sobre o Wey 07 2027 para PCD

Quanto custa o GWM Wey 07 2027?

O preço público pesquisado é R$ 429.000 para o Wey 07 convencional. O orçamento desta análise não inclui adaptações ou acessórios acrescentados à parte.

Existe preço especial PCD divulgado?

O Wey consta no canal oficial de atendimento PCD da GWM, mas não foi localizada tabela pública com preço específico para a versão. Solicite proposta com o desconto comercial discriminado.

Ele tem isenção de IPI ou ICMS PCD?

Não no enquadramento pesquisado: custa mais que o teto federal de IPI de R$ 200 mil e que o limite paulista de ICMS PCD de R$ 120 mil.

Uma pessoa PCD pode comprar o carro acima do teto?

Sim. O teto limita o benefício tributário, não a possibilidade de realizar uma compra convencional. Condições comerciais e requisitos para dirigir com adaptações são tratados separadamente.

Quanto custa o IPVA em São Paulo?

Aplicando 4% sobre R$ 429 mil, a referência de ano completo é R$ 17.160. O lançamento efetivo depende da base fiscal e da proporcionalidade no ano de aquisição.

Por ser híbrido ele fica isento de IPVA paulista?

Não automaticamente. A regra específica paulista exige características que o Wey a gasolina não atende, e o preço supera o limite previsto para os veículos beneficiados.

Existe venda direta mesmo sem isenção?

Uma operação comercial pode existir independentemente da isenção. Para o Wey, o canal de consulta foi confirmado; preço e aprovação de uma condição individual ainda dependem da GWM e da concessionária.

A taxa zero significa financiamento sem custo adicional?

Não. A campanha consultada informa CET a partir de 0,29% ao mês e despesas incorporadas à operação. Compare o total a prazo com o preço à vista.

O seguro é gratuito para todo comprador?

A campanha de outubro prevê um ano pago pela GWM para compras elegíveis, sujeito à aceitação da seguradora e às condições do regulamento. A emissão não é garantida para qualquer perfil.

Cabe cadeira de rodas no porta-malas?

É necessário testar a cadeira real. São 239 litros com os seis lugares em uso e até 1.040 litros com a terceira fila rebatida, em volume informado até o teto. Formato e abertura importam tanto quanto litros.

O carro aceita acelerador e freio manuais?

A compatibilidade precisa de análise técnica para o veículo e o condutor. Não foi confirmada nesta pesquisa uma solução universal homologada que permita garantir a instalação.

Qual é a autonomia elétrica?

O valor de referência brasileiro é 128 km pelo Inmetro. Temperatura, velocidade, relevo, carga e uso de climatização podem alterar o alcance real.

Quanto custam as primeiras revisões?

As três primeiras somam R$ 5.547 na tabela oficial consultada em outubro de 2026. Os preços não foram considerados garantidos para os próximos anos.

Qual é o custo de propriedade em três anos?

O cenário ilustrativo à vista resulta em R$ 247.404, ou R$ 6.872,33 mensais, com as premissas desta matéria. Seguro, revenda e várias reservas são hipóteses, não cotações ou despesas garantidas.

O Wey 07 vale a pena para PCD não condutor?

Pode valer quando o passageiro aprova o acesso e a posição nos bancos, a cadeira cabe no arranjo necessário e o custo cabe no orçamento. A segunda fileira deve ser avaliada com a pessoa e seu acompanhante.

Fontes e referências

Fontes efetivamente consultadas em 21/10/2026. A análise de acessibilidade é documental e orientada à decisão de compra; não constitui ensaio presencial ou homologação de adaptação.

  1. GWM: página oficial do Wey 07 — preço público e apresentação do modelo.
  2. GWM: catálogo atualmente vinculado ao Wey 07 — equipamentos, dimensões e ficha técnica.
  3. GWM: lançamento e descrição da arquitetura híbrida — transmissão, recarga e suspensão; divergência de equipamentos confrontada com o catálogo atual.
  4. GWM: Manual do Proprietário Wey 07 MY27 — garantia, dados técnicos, giro e metodologia de volume do bagageiro.
  5. GWM: condições comerciais de outubro de 2026 — ano/modelo, financiamento e seguro pago.
  6. GWM: vendas corporativas e PCD — canal de consulta e seleção do Wey 07.
  7. GWM: revisões com preço fixo — valores e periodicidade do Wey 07 na tabela da página.
  8. GWM: regulamento do Pacote Tranquilidade — wallbox, instalação, cortesia e recompra.
  9. Inmetro: tabela PBEV 2026 — consumo, equivalência energética e autonomia do Wey 07.
  10. Lei nº 8.989/1995, texto atualizado e Receita Federal: serviço de isenção de IPI e IOF — teto e requisitos federais.
  11. Sefaz-SP: artigo 19 do Anexo I do RICMS — aplicação estadual do Convênio ICMS 38/12.
  12. Lei paulista nº 13.296/2008, orientações de IPVA PCD e regra específica de híbridos — alíquota, proporcionalidade e benefícios estaduais.
  13. Banco Central: Resolução CMN nº 4.881 — cálculo e informação do CET.
  14. SUSEP: seguro de automóveis — coberturas, apólice e franquias.
  15. Mitsubishi: página e comparador do Outlander, BMW: X3 30 xDrive M Sport e BYD: apresentação do Atto 8, com referência de preço na rede autorizada — alternativas comerciais.
  16. Euro NCAP: identificação do Wey 05 — resultado de outro modelo, não atribuído ao Wey 07.

Preços e campanhas podem mudar, o crédito depende de aprovação e o seguro exige cotação individual. As simulações usam hipóteses explícitas e preços constantes. Atualize os valores, o enquadramento fiscal, a acessibilidade e as condições da unidade escolhida antes de contratar.

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