Basalt Shine 2027 chega a R$ 99.990 para PCD, mas segurança exige atenção

Guia completo do Citroën Basalt Shine Turbo 200 CVT 2027 para PCD, com preço oficial, regras tributárias, documentação, financiamento e custos de uso. A análise também testa a lógica de acessibilidade, calcula o TCO em três anos e confronta o amplo porta-malas com o resultado de segurança do Latin NCAP.

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Jairo Kleiser, mecânico formado no Senai em 1989 e administrador do JK Carros
Jairo Kleiser
Mecânico formado no SENAI em 1989 • Administrador do site
Carros PCD 2027 • Guia de compra

Citroën Basalt Shine 2027 PCD por R$ 99.990: isenções, acessibilidade, segurança e TCO

O Citroën Basalt Shine Turbo 200 CVT ano/modelo 2027 combina preço PCD oficial de R$ 99.990, porta-malas de 490 litros e posição de dirigir elevada. A oferta é forte no papel, mas a decisão exige três cuidados: confirmar o detalhamento do desconto na nota e na proposta, testar pessoalmente a transferência e a cadeira de rodas e considerar o resultado de zero estrela do Basalt brasileiro no Latin NCAP.

Pesquisa: 23/08/2026 Referência tributária: São Paulo Motor 1.0 turbo flex • 115 cv CVT com 7 marchas simuladas
Preço público oficialR$ 119.990Linha 2027, agosto de 2026
Preço PCD oficialR$ 99.990Benefícios fiscais + condição Citroën
Diferença nominalR$ 20.00016,67% abaixo da tabela

Atenção à data de faturamento

Regra vigente em 23/08/2026 A Lei nº 8.989/1995 e o Convênio ICMS 38/2012 consultados têm efeitos indicados até 31 de dezembro de 2026. “Linha 2027” é o ano/modelo do carro, não a data da compra. Se o faturamento ocorrer em 2027, o comprador precisa reconfirmar prorrogação, limites e regras antes de assinar. Autorização emitida não deve ser tratada como garantia de que o regime atual permanecerá igual.

O Shine fica entre o Feel Turbo e o Dark Edition Turbo. Ele já traz chave presencial, ar-condicionado automático digital, rodas de liga leve de 16 polegadas, câmera de ré, sensor traseiro e piloto automático convencional. Não oferece frenagem autônoma, assistente de faixa, ponto cego nem piloto adaptativo. Para famílias que priorizam carga e espaço, vale comparar também o Aircross Feel 7 2027 PCD; quem busca alternativas mais compactas pode consultar o C3 You 2027.

1. Preço do Citroën Basalt Shine 2027 para PCD

A Citroën anunciou oficialmente o Shine Turbo 200 AT 2027 por R$ 119.990 ao público e R$ 99.990 para PCD. A própria marca descreve o valor reduzido como a soma de benefícios fiscais e condições comerciais especiais; portanto, não é correto chamar os R$ 20 mil integralmente de “isenção”. O material não separa quanto corresponde a IPI, ICMS e bônus da fábrica.

ItemValorNatureza
Preço público sugeridoR$ 119.990Oficial Citroën
Preço PCD anunciadoR$ 99.990Oficial benefícios fiscais + condição comercial
Diferença nominalR$ 20.000Cálculo preço público menos preço PCD
Desconto percentual16,67%Cálculo sobre o preço público

Há uma inconsistência editorial no comunicado: publicado em 18/08/2026, ele encerra com “preços de agosto de 2027”. Pelo contexto do lançamento 2027 em agosto de 2026, tratamos o número como preço oficial anunciado nessa ocasião, mas recomendamos exigir proposta datada. O valor final varia com UF, direito individual às isenções, cor, opcionais, estoque, campanha, concessionária e mês de faturamento.

O que deve aparecer na proposta

Peça uma planilha com preço público, base tributável, IPI, ICMS, bônus da Citroën, acessórios, frete se houver, prazo de faturamento e condição de devolução do sinal. Só assim é possível saber se os R$ 99.990 dependem de ambas as isenções ou se a montadora recompõe parte da diferença com bônus.

2. Quais isenções o PCD pode conseguir

IPI: regra federal

Oficial A Lei nº 8.989/1995 permite a aquisição com isenção de IPI por pessoas que preencham os critérios legais, incluindo deficiências física, visual, auditiva, mental severa ou profunda e transtorno do espectro autista, conforme o enquadramento e a prova exigidos. O teto legal pesquisado é de R$ 200 mil, incluídos os tributos. O Basalt de R$ 119.990 fica abaixo desse limite.

O pedido é feito no sistema SISEN da Receita Federal. O serviço oficial informa análise após cerca de três dias úteis e autorização válida por 270 dias. Em regra, o benefício de aquisição pode ser usado uma vez a cada três anos. A venda antes de dois anos a pessoa sem direito pode exigir recolhimento do imposto, salvo hipóteses legais. Prazo para uma nova compra e prazo de restrição de transferência são, portanto, conceitos diferentes.

ICMS: teto menor e benefício parcial

Oficial O Convênio ICMS 38/2012, com vigência pesquisada até 31/12/2026, prevê isenção integral até R$ 70 mil e parcial para veículo com preço sugerido acima de R$ 70 mil e até R$ 120 mil. Na faixa parcial, a desoneração fica limitada à parcela equivalente à operação de R$ 70 mil. Com preço público de R$ 119.990, o Basalt está apenas R$ 10 abaixo do teto nacional conveniado, mas isso não elimina a análise da SEFAZ e dos requisitos do comprador.

Em São Paulo, o procedimento é feito pelo SIVEI e exige, entre outros documentos aplicáveis, autorização de IPI, laudo, comprovantes e declaração da concessionária. A regra do ICMS prevê intervalo de quatro anos entre benefícios e restrição de transferência por quatro anos, com exceções específicas. Outros estados podem ter operacionalização própria.

IPVA: depende do estado

IPVA não é automaticamente eliminado pela compra PCD. Em São Paulo, a orientação pesquisada indica isenção até valor venal de R$ 70 mil, tributação apenas sobre a parcela entre R$ 70 mil e R$ 120 mil e cobrança integral acima de R$ 120 mil, desde que o pedido seja deferido e os demais critérios sejam cumpridos. Se, apenas como exemplo, a base aceita fosse R$ 99.990 e a alíquota fosse 4%, o imposto sobre R$ 29.990 seria cerca de R$ 1.199,60 no primeiro ano. Essa conta é uma simulação, não uma guia fiscal: a SEFAZ define base, enquadramento e valor.

IOF no financiamento

A isenção de IOF é mais restrita que a de IPI: o serviço da Receita a associa à pessoa com deficiência física condutora, com laudo do Detran e CNH com restrições, e limita o uso a uma vez. A lei usa critério de potência em HP bruto SAE, que não é o mesmo número de 115 cv líquidos divulgado pela Citroën. Por isso, não se deve concluir apenas pela ficha comercial que o Basalt se enquadra; confirme no SISEN, com a Receita e com a instituição financeira.

Para uma visão geral dos limites, documentos e diferenças entre tributos, consulte o guia de regras e isenções para carros PCD 2027.

3. Quem pode comprar um carro PCD

O direito decorre do enquadramento funcional e legal, e não apenas do nome de uma doença. Duas pessoas com o mesmo diagnóstico podem ter resultados diferentes porque a legislação, o laudo e a avaliação consideram impedimentos e repercussões funcionais.

PCD condutor

É a pessoa habilitada que dirige o veículo. Quando a limitação exige, passa por avaliação no Detran, obtém CNH especial com restrições e dirige um automóvel compatível com as adaptações determinadas. Pode solicitar IPI e ICMS se cumprir as condições; IOF depende das regras adicionais já explicadas.

PCD não condutor

É a pessoa beneficiária que não dirige e será transportada por condutores autorizados. O processo pode admitir até três condutores indicados no procedimento estadual, conforme a regra aplicável. O carro permanece vinculado ao beneficiário; não é uma compra “em nome do acompanhante”.

Representante legal

Pais, tutor, curador ou outro representante pode atuar quando houver base legal, apresentando documentos que comprovem a representação. Isso não transfere o benefício ao representante. O pedido, a nota fiscal e o registro devem obedecer às regras do titular PCD.

4. Documentação para comprar o Basalt PCD

PerfilChecklist prático
PCD condutorCPF e documento oficial; comprovante de residência; laudo aceito pelo órgão competente; CNH especial e exames do Detran quando exigidos; autorizações de IPI/IOF e ICMS; comprovantes de capacidade financeira ou proposta de crédito.
PCD não condutorDocumentos pessoais; laudo conforme o benefício; autorização de IPI e ICMS; documentos e CNHs dos condutores autorizados; prova de capacidade financeira; documentos adicionais pedidos pela SEFAZ.
Representante legalDocumento do representante e do beneficiário; certidão de nascimento atualizada quando aplicável; tutela, curatela ou termo equivalente; formulários e procurações aceitos pelo órgão.
Veículo e concessionáriaProposta PCD detalhada; declaração da concessionária; pedido de venda direta; nota fiscal com benefícios discriminados; CRLV após registro; comprovantes de adaptação e inspeção, quando exigidos; apólice de seguro.

O rol muda conforme deficiência, condição de condutor, estado e benefício solicitado. Verifique validade do laudo, endereço recente e correspondência entre a CNH, o laudo e a adaptação antes de protocolar: inconsistências simples podem interromper o fluxo.

5. Passo a passo para comprar

  1. Faça uma triagem de enquadramento com profissional e órgãos responsáveis, sem presumir direito pelo diagnóstico.
  2. Obtenha laudos e avaliações no formato aceito.
  3. Se for condutor e necessário, conclua exames, CNH especial e prescrição de adaptação no Detran.
  4. Solicite IPI e, se aplicável, IOF no SISEN da Receita.
  5. Solicite ICMS na SEFAZ do estado; em São Paulo, pelo SIVEI.
  6. Faça um teste funcional no Basalt com usuário, acompanhante, cadeira, andador ou muletas reais.
  7. Peça proposta escrita com impostos, bônus, prazo, cor, sinal e acessórios separados.
  8. Compare financiamento pelo CET, e não apenas por parcela ou taxa nominal.
  9. Envie autorizações e documentos à concessionária para o pedido de venda direta.
  10. Confira a nota fiscal antes do registro, sobretudo titularidade, valores e restrições.
  11. Registre o veículo, instale e regularize adaptações exigidas.
  12. Protocole o IPVA dentro do procedimento e prazo do estado; a isenção não deve ser presumida.
  13. Contrate seguro declarando condição PCD e todas as adaptações.
  14. Na entrega, confira itens, manual, chave, pneus, funcionamento da câmera e documentação.

6. Financiamento para PCD: três simulações

Simulação Como a Citroën não publicou uma taxa garantida específica para esta oferta, usamos a taxa média do Banco Central para aquisição de veículos por pessoas físicas com recursos livres: 1,97% ao mês, último dado disponível em junho de 2026. Isso equivale a aproximadamente 26,38% ao ano efetivos. O cálculo usa sistema Price sobre R$ 99.990 e não inclui tarifa, registro, seguro prestamista nem IOF. A condição real depende de renda, score, banco e entrada.

CenárioEntradaPrazoParcela estimadaTotal financiadoTotal pago
1 • 30%R$ 29.99736 mesesR$ 2.732,81R$ 69.993R$ 128.378,25
2 • 40%R$ 39.99648 mesesR$ 1.943,99R$ 59.994R$ 133.307,70
3 • 50%R$ 49.99560 mesesR$ 1.427,83R$ 49.995R$ 135.664,60

Os juros estimados são R$ 28.388,25, R$ 33.317,70 e R$ 35.674,60, respectivamente. A parcela menor do prazo longo esconde maior custo total. Além disso, a taxa de 1,97% a.m. não é o CET. Pela regra do Banco Central, a instituição deve informar o Custo Efetivo Total antes da contratação, incorporando juros, tributos, tarifas, seguros e outras despesas. Compare CET mensal, CET anual, valor liberado e soma de todos os pagamentos.

Isenção não significa crédito barato

O desconto reduz o principal, mas não obriga o banco a oferecer taxa menor. No primeiro cenário, o custo do crédito consome cerca de R$ 28,4 mil — valor maior que a diferença de R$ 20 mil entre tabela e preço PCD. Negociar taxa ou aumentar a entrada pode produzir economia relevante.

7. Seguro do Basalt Shine 2027 PCD

Preço pesquisado Não existe “seguro PCD tabelado”. Bases públicas de cotação consultadas apontam referência próxima de R$ 3,5 mil para o Basalt Shine e aproximadamente 3,4% a 3,5% do valor do carro, enquanto levantamentos por perfil mostram dispersão muito maior. Para planejamento conservador, usamos R$ 3.500 a R$ 5.000 por ano, com R$ 4.000 anuais no TCO. É uma faixa editorial, não cotação.

Idade, CEP, garagem, uso diário, quilometragem, bônus, sinistros, condutores jovens e índice regional de roubo alteram o prêmio. No carro PCD, informe também pomo, comandos manuais, guincho ou qualquer equipamento. O barato pode sair caro se a adaptação não estiver descrita e coberta.

  • Confirme se a indenização integral usa FIPE, valor determinado ou nota fiscal e como trata os benefícios tributários.
  • Inclua adaptações e acessórios pelo valor de reposição.
  • Compare cobertura a terceiros, vidros, faróis, rodas e danos por alagamento.
  • Avalie franquia normal ou reduzida, assistência 24 horas e carro reserva automático/adaptado.
  • Registre todos os condutores habituais; omissão de perfil pode comprometer a cobertura.

8. Acessibilidade: o que os números não mostram

O Basalt tem 2,645 m de entre-eixos, 1,585 m de altura e 212 mm de vão livre. Avaliações de uso relatam posição dos bancos elevada, espaço traseiro generoso, portas traseiras com boa abertura e tampa ampla. Isso favorece idosos, usuários de muletas e quem prefere entrar sem “cair” em um banco baixo. Porém, a Citroën não publica medidas críticas como altura do assento ao solo, largura livre de cada porta, altura da soleira ou abertura útil do porta-malas. Sem esses números, a prova com o usuário real é indispensável.

Entrada dianteiraBoaBanco alto e direção leve; exige teste de transferência
Entrada traseiraBoaBoa abertura e espaço, com teto cupê a observar
Cadeira no porta-malasBoa490 L, mas formato inclinado exige prova física

9. Entrada e saída pelas portas dianteiras

Classificação: Boa. A carroceria mais alta e o assento elevado tendem a reduzir a flexão de joelhos na entrada. A direção elétrica e o câmbio automático diminuem o esforço ao conduzir. A regulagem de altura do banco do motorista e o apoio de braço ajudam a acomodação.

Há limites: o volante tem regulagem de altura, mas não de profundidade nas informações consultadas, o que pode obrigar pessoas de braços curtos a aproximar as pernas do painel. Para transferência lateral de cadeira, um banco alto demais pode ser tão problemático quanto um baixo; a coluna A e o volante podem interferir no movimento. Pessoas baixas, com rigidez de quadril, prótese ou pouca força de tronco devem testar altura, alcance dos apoios e esforço para trazer as pernas para dentro.

10. Acessibilidade nas portas traseiras

Classificação: Boa. A abertura ampla relatada em avaliações, o entre-eixos de 2,645 m e o bom espaço para joelhos facilitam acomodar passageiro com mobilidade reduzida e a atuação de um acompanhante. O banco traseiro alto também favorece levantar.

A queda do teto no estilo cupê pode reduzir a folga para a cabeça durante o movimento de entrada, especialmente para pessoas altas ou que não conseguem inclinar o tronco. Não há medida oficial do vão. Leve a pessoa à concessionária, coloque o banco dianteiro na posição do condutor habitual e simule cinto, apoio dos pés e fechamento da porta.

11. Porta-malas e cadeira de rodas

Dado oficial A capacidade é de 490 litros pelo padrão VDA, uma das maiores entre os crossovers compactos. A tampa abre com o vidro e cria acesso amplo; muletas, andador dobrável e cadeira manual dobrável tendem a caber com mais facilidade do que em rivais de 400 litros ou menos.

A litragem não garante compatibilidade. A traseira inclinada reduz o volume útil nas partes mais altas, e uma cadeira colocada em pé pode encostar no vidro e impedir o fechamento. A Citroën não informa largura mínima, altura da boca, profundidade com banco armado nem altura da soleira. Também é preciso avaliar o peso que o acompanhante consegue elevar, não só o volume.

Teste de 10 minutos

Leve a cadeira real, remova apenas o que normalmente seria removido, guarde também almofada e rodas destacáveis, feche a tampa sem pressionar o vidro e verifique se ainda sobra espaço para bagagem. Repita a retirada três vezes. Se exigir torção, levantamento excessivo ou desmontagem impraticável, o porta-malas não é acessível para aquela rotina.

12. Adaptações PCD possíveis

O câmbio CVT e a direção elétrica formam boa base para adaptações simples. Pomo giratório, comandos auxiliares, acelerador e freio manuais, extensão ou inversão de pedal podem ser tecnicamente possíveis, desde que prescritos, instalados por empresa especializada, inspecionados e compatíveis com a CNH. Bancos giratórios ou de transferência exigem estudo de espaço, ancoragem e interferência com airbags.

Um guincho no porta-malas para içar cadeira precisa de avaliação de estrutura, alimentação, carga e curso da tampa. Já uma plataforma para transportar a pessoa sentada na cadeira não combina, em princípio, com o envelope de um crossover compacto de cinco lugares e teto cupê. Quem precisa viajar sem transferência deve procurar veículo transformado e homologado para essa finalidade, não presumir que o Basalt pode recebê-la.

Nenhuma adaptação deve ser comprada apenas por catálogo. Ela precisa respeitar laudo, restrições da habilitação, regulamentação, garantia do automóvel e cobertura do seguro.

13. Ergonomia para o motorista PCD

A direção elétrica é leve em manobras; o diâmetro de giro oficial de 11 m é aceitável, embora não especialmente curto. O CVT dispensa embreagem e tem sete relações simuladas e modo Sport. A chave presencial e a partida por botão do Shine reduzem movimentos finos de punho. Câmera e sensor traseiro ajudam quem tem limitação de rotação cervical, mas não substituem retrovisores e avaliação do entorno.

O banco do motorista regula em altura, e os quatro vidros têm função um-toque e antiesmagamento. A central de 10,25 polegadas oferece Android Auto e Apple CarPlay sem fio, com duas USB-C atrás e USB-A/12 V na frente. Em contrapartida, a ausência de ajuste longitudinal do volante limita o encaixe; vários comandos ficam na tela; o piloto é convencional, sem manter distância; e o acionamento do freio de estacionamento deve ser experimentado por quem tem pouca força ou mobilidade em um dos braços.

14. Segurança: equipamentos e o alerta do Latin NCAP

EquipamentoSituação no Shine 2027
Airbags4: dois frontais e dois laterais dianteiros; sem cortinas laterais de cabeça anunciadas
ABS, distribuição eletrônica, ESC e traçãoPresentes
Assistente de partida em rampaPresente
Câmera e sensor traseiroPresentes
ISOFIX/Top Tether e alerta indireto de pneusPresentes
Piloto automático e limitadorPresentes, convencionais
AEB, alerta/assistente de faixa, ACC e ponto cegoNão anunciados para a versão

Teste independente Em outubro de 2025, o Latin NCAP atribuiu zero estrela ao Basalt fabricado no Brasil com quatro airbags: 39,37% em ocupante adulto, 58,35% em infantil, 53,38% em proteção a pedestres e 34,88% em assistência à segurança. O órgão apontou estrutura instável no impacto frontal, ausência de airbags de cortina e pacote de assistência limitado.

Não é um teste separado do ano/modelo 2027. Porém, o comunicado da linha 2027 não anuncia reforço estrutural, airbags de cortina ou ADAS que neutralizem essas críticas, por isso o resultado continua material para a decisão. Quatro airbags e controle de estabilidade são melhores do que nada, mas não tornam o pacote equivalente ao de rivais com seis airbags, frenagem autônoma e nota superior. Segurança é o principal contraponto ao preço e ao porta-malas.

15. Motor, câmbio e desempenho

A ficha 2026/2027 confirma motor Turbo 200 de 999 cm³, três cilindros, quatro válvulas por cilindro, injeção direta e comando Multiair III. Ele entrega 115 cv tanto com gasolina quanto com etanol e 200 Nm (20,4 kgfm) a 1.750 rpm. É importante não repetir os 130 cv de fichas mais antigas: a calibração oficial desta linha foi alterada.

A transmissão CVT simula sete marchas, tem modo Sport e envia força às rodas dianteiras. Com 1.191 kg, a relação é de aproximadamente 10,36 kg/cv. A Citroën declara 0 a 100 km/h em 10 segundos e máxima de 188 km/h. O torque cedo favorece saídas, rampas e retomadas urbanas, e o CVT evita trancos de troca — útil para conforto e adaptações. Com cinco ocupantes e 400 kg de carga útil total, a resposta e o consumo naturalmente pioram; é preciso respeitar a carga incluindo passageiros, cadeira e bagagem.

Freios dianteiros são a disco ventilado e traseiros a tambor. A suspensão usa McPherson à frente e eixo de torção atrás; pneus de perfil 60 e vão livre de 212 mm priorizam tolerância ao piso ruim mais que condução esportiva.

16. Consumo oficial

Usamos a tabela mais recente do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular consultada, que classifica o Basalt Shine T200 com consumo energético de 1,69 MJ/km, nota relativa B, absoluta C e 104 g/km de CO₂ fóssil.

CombustívelCidadeEstrada
Gasolina12,1 km/l13,7 km/l
Etanol8,4 km/l9,6 km/l

A ficha técnica da Citroën informa os mesmos 8,4/9,6 km/l no etanol, mas 11,9/14,0 km/l na gasolina. Como há pequena divergência, priorizamos a revisão mais recente do Inmetro nas contas. Trânsito, clima, carga, pneus, adaptações, relevo e modo de condução podem afastar o consumo real dos valores de laboratório.

17. Custo de combustível

Referência ANP Para São Paulo capital, na semana de 16 a 22/08/2026, usamos gasolina comum a R$ 6,34/l e etanol a R$ 3,69/l. A simulação considera 70% de uso urbano e 30% rodoviário, resultando em 12,54 km/l com gasolina e 8,73 km/l com etanol pelo cálculo harmônico.

UsoGasolina/anoGasolina/mêsEtanol/anoEtanol/mês
Leve • 10.000 km/anoR$ 5.056R$ 421R$ 4.228R$ 352
Médio • 15.000 km/anoR$ 7.584R$ 632R$ 6.342R$ 529
Intenso • 20.000 km/anoR$ 10.112R$ 843R$ 8.456R$ 705

Na referência pesquisada, o etanol custa 58,2% do preço da gasolina e é financeiramente favorável pelo consumo oficial combinado. A conclusão muda com preços locais e consumo real. Refaça a conta dividindo o preço do etanol pelo da gasolina e comparando o custo por quilômetro, não usando apenas a regra fixa dos 70%.

18. Manutenção, revisões e garantia

O plano de manutenção divulgado para a família prevê revisão a cada 10.000 km ou 12 meses, o que ocorrer primeiro. A garantia de fábrica comunicada é de três anos sem limite de quilometragem para o veículo, sujeita aos termos do manual. A Citroën oferece planos FlexCare de revisões e extensão de garantia, mas o preço deve ser solicitado para o chassi e a região.

Um levantamento da época do lançamento, em 2024, somava R$ 3.857 nas cinco primeiras revisões do motor turbo. Esse valor é histórico e não deve ser apresentado como tabela vigente em 2026. Informação ainda não divulgada oficialmente até a data desta publicação: uma tabela pública atual e estável com todas as revisões da linha 2027. A recomendação é anexar à proposta os preços atuais das revisões de 10, 20, 30, 40 e 50 mil km.

HorizonteProjeção de planejamentoInclui
1 ano / 15 mil kmR$ 1.100 a R$ 1.600Uma revisão + reserva para alinhamento, filtros e desgaste menor
3 anos / 45 mil kmR$ 4.500Três revisões + reserva preventiva; pneus separados no TCO
5 anos / 75 mil kmR$ 8.000 a R$ 11.000Revisões, fluidos, filtros, freios e bateria provável; sem avarias

Projeção Esses valores não são tabela da Citroën e não cobrem colisão, falha imprevista ou adaptação. Motor turbo de injeção direta exige combustível adequado, óleo na especificação e respeito rigoroso ao intervalo. Verifique no manual os prazos de óleo, filtros, velas, fluido de freio e transmissão CVT; não aceite “intervalos universais” de oficina sem confrontar o plano oficial.

19. Pneus: medida e reposição

O Shine usa rodas de liga leve de 16 polegadas com pneus 205/60 R16. Em pesquisa de varejo atual, unidades de marcas conhecidas apareceram aproximadamente entre R$ 450 e R$ 810, com opções de entrada abaixo disso. Um jogo equivalente de quatro pneus fica em torno de R$ 1.800 a R$ 3.240, antes de montagem, válvulas, balanceamento e alinhamento. O TCO usa R$ 2.400 para um jogo aos 45 mil km.

O perfil 60 oferece mais borracha entre roda e piso que pneus de perfil baixo, contribuindo para conforto, absorção de buracos e menor risco de dano à roda. Isso ajuda passageiros sensíveis a impacto e reduz movimentos secos durante transferências. Mantenha medida, índice de carga e velocidade homologados; adaptações e carga de equipamentos não autorizam reduzir especificação.

20. Rede de concessionárias e pós-venda

Dado pesquisado A rede Citroën no Brasil foi divulgada recentemente com cerca de 175 pontos, e a marca oferece assistência e planos FlexCare em cobertura nacional conforme contrato. A fabricação nacional do Basalt e o compartilhamento do conjunto Turbo 200/CVT dentro do grupo Stellantis tendem a favorecer itens mecânicos de manutenção.

Avaliação editorial Cobertura nacional não significa oficina próxima em toda cidade. Antes da compra, simule revisão e reparo na concessionária que realmente atenderá o carro, verifique guincho até a oficina autorizada e pergunte prazo de peças de colisão específicas — tampa, vidro traseiro, lanternas e acabamento. Não encontramos base pública consistente para prometer prazo de peças. Guarde por escrito como a oficina lida com comandos manuais ou banco adaptado durante manutenção.

21. Desvalorização e revenda

O Basalt ainda não tem três anos de histórico. A FIPE do Shine 2026 consultada estava em R$ 106.493 em agosto de 2026, após R$ 107.721 em abril; essa curta janela não sustenta uma taxa futura. A Citroën divulgou que o modelo venceu prêmio de revenda entre SUVs compactos com base em fevereiro de 2025 a fevereiro de 2026, sinal positivo, mas não garantia de liquidez individual.

Projeção Para o TCO, adotamos perda econômica de 25% sobre o preço PCD efetivamente pago: residual de cerca de R$ 74.990 após três anos e depreciação de R$ 25.000. Uma faixa prudente seria 20% a 30% — R$ 20 mil a R$ 30 mil — conforme quilometragem, estado, mercado, histórico, adaptações reversíveis e eventual geração nova. Comprar com desconto pode limitar a perda em relação ao preço público, mas a revenda precisa respeitar os prazos fiscais e a regularização das adaptações.

22. TCO: custo total de propriedade em três anos

O cenário-base considera São Paulo, compra por R$ 99.990, financiamento de 30% de entrada em 36 meses, 45 mil km em três anos, gasolina, seguro de R$ 4 mil ao ano, um jogo de pneus e depreciação de 25%. Não inclui estacionamento, pedágio, lavagem, multas, adaptação, custo de oportunidade nem reparo imprevisto.

Custo em 3 anosValor estimadoClassificação
AquisiçãoR$ 99.990Referência; não somada de novo ao TCO líquido
Juros do financiamentoR$ 28.388Simulação 1,97% a.m.
CombustívelR$ 22.752Simulação 45.000 km, gasolina
SeguroR$ 12.000Projeção R$ 4.000/ano
Revisões/manutençãoR$ 4.500Projeção
PneusR$ 2.400Preço pesquisado
IPVA/licenciamentoR$ 3.300Projeção benefício parcial em SP
DepreciaçãoR$ 25.000Projeção 25%
TCO econômico estimadoR$ 98.340Soma da depreciação e custos de uso/crédito
TCO em 3 anosR$ 98.340Após considerar valor residual
Média mensalR$ 2.732Além da recuperação do valor na revenda
Custo por kmR$ 2,1945 mil km em três anos

Para evitar dupla contagem, aquisição e depreciação não são somadas ao mesmo tempo: o desembolso bruto projetado é R$ 173.330, e a revenda estimada em R$ 74.990 reduz o custo econômico a R$ 98.340. À vista, retirando R$ 28.388 de juros, o TCO cai para cerca de R$ 69.952, ou R$ 1.943 por mês e R$ 1,55/km.

A sensibilidade é grande. Sem deferimento do IPVA parcial, o custo tributário pode subir vários milhares de reais. Seguro de R$ 6 mil/ano acrescentaria R$ 6 mil ao cenário. Etanol nos preços pesquisados reduziria o gasto de 45 mil km em cerca de R$ 3.726. Refaça o TCO com seu CEP, quilometragem, adaptação e CET.

23. Pontos positivos

  • Preço PCD oficial de R$ 99.990, R$ 20 mil abaixo da tabela.
  • Porta-malas oficial de 490 litros e tampa ampla.
  • Bom espaço traseiro e posição de assento elevada.
  • Motor com 200 Nm em baixa rotação e câmbio CVT confortável.
  • Direção elétrica, câmera, sensor e chave presencial úteis na rotina.
  • Pneus 205/60 R16 equilibram conforto e custo de reposição.
  • Consumo oficial competitivo, sobretudo com etanol no preço pesquisado.

24. Pontos negativos

  • Zero estrela no Latin NCAP para o Basalt brasileiro com quatro airbags.
  • Sem airbags de cortina e sem ADAS como AEB, faixa, ACC e ponto cego.
  • Teto e tampa inclinados podem limitar cadeira alta apesar dos 490 litros.
  • Volante sem ajuste de profundidade reduz a adaptação ergonômica.
  • Desconto oficial não discrimina parcela fiscal e bônus comercial.
  • Regras de IPI e ICMS pesquisadas terminam em 31/12/2026, exigindo atenção ao faturamento.
  • Histórico curto impede prever desvalorização com segurança.

25. Para qual perfil PCD ele é mais indicado

  • Motorista com mobilidade reduzida leve ou moderada: banco alto, CVT e direção leve ajudam, desde que volante e pedais tenham alcance adequado.
  • Usuário de muletas ou andador dobrável: boa altura de acesso e porta-malas volumoso.
  • Idoso ou pessoa com dificuldade de flexão de joelho: assento elevado pode facilitar sentar e levantar.
  • Cadeirante que transfere para o banco: pode funcionar com adaptação simples e prova de altura; não é solução automática.
  • Família que transporta cadeira dobrável: os 490 litros são vantagem concreta, condicionada ao teste sob a tampa inclinada.

26. Para quem ele pode não ser indicado

Não é a melhor escolha para quem precisa viajar sentado na cadeira de rodas, requer plataforma interna ou necessita de grande altura vertical de carga. Pode ser inadequado para pessoa cuja transferência exige assento mais baixo, volante telescópico ou porta com vão medido e certificado. Também deve sair da lista de quem coloca nota de segurança e ADAS como prioridade absoluta.

Se o objetivo for espaço de cabine e sete lugares, o Aircross 7 merece prova comparativa. Para orçamento menor e uso predominantemente urbano, veja também o Onix Turbo AT 2027 PCD.

27. Concorrentes PCD 2027

Preços PCD mudam rapidamente. A tabela usa referências publicadas e sinaliza quando não houve confirmação oficial equivalente na data da pesquisa; confirme versão, estoque e benefício individual.

ModeloPreço PCD pesquisadoMotorCâmbioPorta-malasDestaque
Citroën Basalt Shine 2027R$ 99.990 oficial1.0 turbo, 115 cvCVT490 LPreço e carga; segurança é a ressalva
Volkswagen T-Cross Sense 2027R$ 99.990 ref.1.0 turboAutomáticoaté 420 LMesmo patamar de preço; compare acesso e pacote
Hyundai Creta Comfort Safety 2027R$ 127.378 ref.1.0 turboAutomático422 LMais caro, com pacote de segurança mais amplo
Volkswagen Nivus Sense 2027Informação ainda não divulgada oficialmente até a data desta publicação.1.0 turboAutomático415 LAlternativa cupê; menor volume de carga
Nissan Kicks Sense 2027Consultar campanha1.0 turboDCT470 LProjeto novo; custo e acesso precisam de cotação

Há análises específicas no comparativo T-Cross versus Creta PCD 2027, no guia do Nivus Sense 2027 PCD e na avaliação do Nissan Kicks Sense 2027. Quem aceita migrar de tecnologia pode confrontar o custo de energia e manutenção com o BYD Dolphin Mini GS 2027 PCD.

28. Vale a pena comprar o Basalt Shine 2027 PCD?

Veredicto JK Carros

Vale a pena para o comprador certo, mas não deve ser escolhido apenas pelo desconto. Por R$ 99.990, o Basalt Shine reúne motor turbo, câmbio automático, porta-malas superior à média e recursos de conveniência úteis ao PCD. O acesso tende a ser bom para mobilidade reduzida leve e para famílias que carregam cadeira dobrável.

A recomendação passa a ser cautelosa por duas razões. A primeira é funcional: faltam medidas de vão e a traseira cupê pode frustrar uma cadeira alta. A segunda é estrutural: o zero estrela do Latin NCAP e a ausência de airbags de cortina e ADAS pesam mais do que multimídia ou rodas. Se o teste com o equipamento real funcionar e o comprador aceitar esse pacote de segurança, o preço é competitivo. Se segurança ativa, transferência complexa ou transporte na cadeira forem prioridades, procure outro projeto.

No financeiro, a compra é mais defensável à vista ou com entrada alta e prazo curto. No cenário financiado de 36 meses, juros elevam o TCO a cerca de R$ 98,3 mil em três anos. E, para faturamento depois de 31/12/2026, só avance após reconfirmar as regras tributárias.

29. FAQ: dúvidas sobre o Basalt Shine 2027 PCD

Quanto custa o Citroën Basalt Shine 2027 para PCD?

A Citroën anunciou R$ 99.990, ante R$ 119.990 ao público, em agosto de 2026. O valor combina benefício fiscal e condição comercial e pode mudar por estado, estoque, cor, campanha e data de faturamento.

O Basalt Shine 2027 tem isenção de IPI?

O preço público fica abaixo do teto federal de R$ 200 mil pesquisado, mas o benefício depende do enquadramento e da autorização individual no SISEN. A norma consultada tem efeitos indicados até 31/12/2026.

Ele pode ter isenção de ICMS?

Em 2026, o preço público de R$ 119.990 fica dentro do limite de R$ 120 mil do Convênio 38/2012 para isenção parcial. A análise e o procedimento dependem da SEFAZ e do cumprimento de todos os requisitos.

PCD paga IPVA no Basalt em São Paulo?

Pode haver benefício parcial se o pedido for deferido. A regra paulista consultada tributa a parcela do valor venal entre R$ 70 mil e R$ 120 mil. O valor não é automático nem necessariamente calculado sobre o preço da concessionária.

É possível financiar o Basalt PCD?

Sim. Isenção e financiamento são assuntos separados. Compare o CET. Na nossa simulação com 30% de entrada, 36 meses e 1,97% a.m., a parcela é R$ 2.732,81 e o total com entrada chega a R$ 128.378,25, antes de despesas não incluídas.

Cabe cadeira de rodas no porta-malas?

Uma cadeira manual dobrável tende a caber nos 490 litros, mas a tampa inclinada pode impedir o fechamento com peças altas. Como faltam dimensões oficiais do vão, leve a cadeira real e teste com bagagem.

O Basalt é bom para pessoas com mobilidade reduzida?

A entrada foi classificada como boa: assento alto, direção elétrica e CVT ajudam. Porém, a falta de ajuste de profundidade do volante e a altura exata não publicada tornam obrigatório um teste de transferência.

O Basalt Shine tem frenagem autônoma e seis airbags?

Não. A versão 2027 foi anunciada com quatro airbags e sem AEB, assistente de faixa, ACC ou ponto cego. O Basalt brasileiro com quatro airbags recebeu zero estrela no Latin NCAP em 2025.

Quanto custa manter o carro por três anos?

No cenário-base de 45 mil km, financiamento em 36 meses, seguro, combustível, manutenção, pneus, tributos e depreciação, o TCO econômico estimado é R$ 98.340. À vista, a mesma projeção cai para cerca de R$ 69.952.

O Basalt Shine 2027 PCD vale a pena?

Sim para quem prioriza preço, espaço e câmbio automático e aceita o pacote de segurança limitado. Não é a recomendação principal para quem exige ADAS, nota elevada em crash test, plataforma ou transporte do usuário sentado na cadeira.

30. Fontes e referências

Conteúdo informativo, pesquisado em 23/08/2026. Benefícios fiscais dependem de enquadramento, autorização e legislação vigente no faturamento. Preços, taxas, seguro, combustível e campanhas podem mudar sem aviso.

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