Peugeot 2008 Active 2026: ficha técnica, consumo e custo mensal do SUV de R$ 153.990

Análise do Peugeot 2008 Active 2026 com motor T200, câmbio CVT, porta-malas de 419 litros e projeção realista de seguro, IPVA e TCO mensal no uso diário.

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Autor e Análise técnica baseada na experiência prática em oficina mecânica por Jairo Kleiser Formado em mecânica de automóveis na Escola Senai no ano de 1989

Last Updated on 14.07.2026 by Jairo Kleiser

Ficha técnica explicativa

Peugeot 2008 Active 1.0 Turbo 2026: ficha técnica, TCO e custo mensal do SUV de entrada

O Peugeot 2008 Active 2026 combina motor Turbo 200 flex, câmbio automático CVT, porta-malas de 419 litros e uma lista de equipamentos competitiva. Esta análise mostra motor, transmissão, consumo, Seguro, Financiamento, manutenção, desvalorização e Custo Total de Propriedade para revelar quanto o SUV realmente exige do orçamento.

Ficha técnica SUV compacto Motor T200 CVT de 7 marchas simuladas TCO

Palavra-chave editorial: Ficha técnica explicativa de carros e Custo Total de Propriedade.

Preço público de referência R$ 153.990

Valor de tabela considerado na análise. Promoções, bônus de troca e vendas diretas podem alterar o desembolso.

Ficha Técnica SUV porta-malas, segurança, manutenção e Custo Total
Potência máxima 130 cv

Com etanol. Com gasolina, o motor entrega 125 cv.

Torque máximo 200 Nm

Equivalentes a aproximadamente 20,4 kgfm, disponíveis a 1.750 rpm.

TCO mensal estimado R$ 3.440

Cenário intermediário, sem parcela do financiamento e incluindo depreciação.

Resumo executivo do Peugeot 2008 Active 2026

  • Conjunto mecânico coerente: o motor 1.0 turbo entrega torque cedo e trabalha com um CVT orientado a conforto e eficiência.
  • Uso familiar: o entre-eixos de 2.612 mm e o porta-malas oficialmente informado em 419 litros favorecem viagens, compras e rotina com crianças.
  • Versão de entrada bem equipada: traz central multimídia de 10,3 polegadas, ar-condicionado automático, câmera de ré com visão de 180 graus, freio de estacionamento elétrico e rodas de liga leve de 17 polegadas.
  • Segurança essencial, mas sem ADAS avançado: possui quatro airbags, controles de estabilidade e tração, assistente de rampa, ABS e Isofix, porém não lista frenagem autônoma ou piloto automático adaptativo.
  • Principal impacto financeiro: Seguro, IPVA e desvalorização pesam mais no TCO do que a manutenção programada isoladamente.

Introdução: por que uma tabela simples não basta

O Peugeot 2008 Active 2026 ocupa a posição de entrada da família do SUV compacto. Seu posicionamento é estratégico: oferecer o mesmo motor Turbo 200 e o mesmo câmbio CVT das configurações superiores, reduzindo parte dos equipamentos de conveniência e acabamento para controlar o preço inicial.

Essa composição interessa ao comprador que deseja um SUV moderno, automático e turbo sem necessariamente assumir o custo de uma versão topo de linha. Entretanto, avaliar somente potência, tamanho da tela multimídia ou valor da parcela pode produzir uma decisão incompleta.

Um veículo de R$ 153.990 gera despesas recorrentes com IPVA, Seguro, combustível, pneus de aro 17, revisões, documentação e desvalorização. Caso a compra envolva Financiamento, juros, tarifas e Custo Efetivo Total também precisam entrar no planejamento.

Esta matéria une ficha técnica, relatório técnico do motor, análise do câmbio, consumo, dimensões, equipamentos, segurança, projeção financeira e decisão de compra. Para quem compara categorias maiores, a análise do Ford Territory Titanium 2027 demonstra como porte, pneus, Seguro e desvalorização elevam rapidamente o TCO de um SUV mais sofisticado.

Ficha técnica completa do Peugeot 2008 Active 2026

Item Peugeot 2008 Active 1.0 Turbo 2026 Impacto prático
Marca Peugeot Rede de concessionárias da marca e manutenção dentro do ecossistema Stellantis.
Modelo e versão 2008 Active T200 AT Configuração de entrada da linha, voltada a custo-benefício.
Ano/modelo 2026 A avaliação considera veículo zero km.
Preço público de referência R$ 153.990 Base para IPVA, Seguro, depreciação e simulação financeira.
Carroceria SUV compacto, cinco portas Proposta urbana e familiar, com posição de dirigir elevada.
Motor Turbo 200, 1.0 flex, três cilindros, 12 válvulas Prioriza torque em baixa rotação e eficiência volumétrica.
Cilindrada 999 cm³ Motor pequeno com turbo e injeção direta.
Aspiração Turboalimentado Entrega mais torque do que motores 1.0 aspirados.
Alimentação Injeção direta Favorece desempenho e eficiência, mas exige combustível e manutenção adequados.
Potência 130 cv com etanol e 125 cv com gasolina, a 5.750 rpm Desempenho suficiente para uso urbano, familiar e rodoviário leve.
Torque 200 Nm a 1.750 rpm Boas saídas, retomadas urbanas e menor necessidade de elevar o giro.
Combustível Etanol e gasolina Permite escolher o combustível mais vantajoso por custo por quilômetro.
Comando de válvulas Acionamento por corrente, com variação na admissão Elimina a troca periódica típica de correias dentadas convencionais, sem dispensar inspeções.
Câmbio Automático CVT, sete marchas simuladas Operação suave no trânsito e relações continuamente variáveis no modo automático.
Fornecedor e código Aisin; família comumente identificada como K313 O catálogo comercial confirma o CVT de sete relações simuladas, mas o código deve ser validado pelo chassi ou catálogo de peças.
Acoplamento Conversor de torque Favorece suavidade nas arrancadas e manobras.
Tração Dianteira Arquitetura adequada ao uso urbano e rodoviário, sem pretensão de 4×4.
Direção Elétrica com assistência variável Leve em manobras e progressivamente firme em velocidade.
Suspensão dianteira McPherson independente, molas helicoidais e barra estabilizadora Solução consolidada, compacta e de manutenção conhecida.
Suspensão traseira Eixo de torção, molas helicoidais e amortecedores de dupla ação Prioriza simplicidade, espaço e controle de custos.
Freios dianteiros Discos ventilados de 283 mm Boa capacidade de dissipação térmica.
Freios traseiros Discos sólidos de 249 mm Diferencial positivo frente a rivais que utilizam tambores traseiros.
Rodas Liga leve de 17 polegadas Boa apresentação visual, com pneus mais caros que conjuntos menores.
Pneus 215/60 R17 no catálogo comercial Um anexo técnico da marca cita 215/65 R17; a medida deve ser confirmada na etiqueta do veículo antes da compra.
Comprimento 4.309 mm Comprimento administrável em vagas urbanas.
Largura 1.776 mm sem espelhos; 1.992 mm com espelhos Exige atenção em garagens estreitas.
Altura Aproximadamente 1.549 mm Posição elevada sem carroceria excessivamente alta.
Entre-eixos 2.612 mm Contribui para espaço traseiro e estabilidade direcional.
Vão livre do solo 176 mm Adequado para valetas e pisos irregulares, sem perfil fora de estrada.
Porta-malas 419 litros, segundo material oficial da marca Capacidade interessante para família e viagens curtas.
Tanque 47 litros Autonomia teórica superior a 570 km com gasolina no ciclo urbano oficial.
Peso em ordem de marcha Aproximadamente 1.250 kg Relação peso-potência próxima de 9,6 kg/cv com etanol.
Carga útil Aproximadamente 400 kg Cinco ocupantes e bagagem podem aproximar o veículo do limite.
Consumo urbano 8,6 km/l com etanol; 12,3 km/l com gasolina O combustível mais barato por litro nem sempre é o mais barato por quilômetro.
Consumo rodoviário 9,8 km/l com etanol; 13,7 km/l com gasolina Boa eficiência para um SUV automático turbo.
0 a 100 km/h 10,0 s com etanol; 10,3 s com gasolina Desempenho suficiente para a proposta, sem ambição esportiva.
Velocidade máxima 195 km/h com etanol; 193 km/h com gasolina Dado técnico sem relevância prática para o uso legal em vias públicas.
Ocupantes Cinco Melhor acomodação prática para quatro adultos em viagens longas.
Público indicado Pessoa física, família pequena, PCD elegível, CNPJ e motorista urbano A decisão depende do preço efetivamente negociado e do TCO individual.
Atenção editorial: materiais oficiais diferentes apresentam divergência na medida dos pneus e em alguns dados de peso. Antes da assinatura do pedido, confira a etiqueta da porta, o manual, o chassi, a nota fiscal e o catálogo correspondente ao lote efetivamente comprado.

Os números mostram que o 2008 Active não é uma versão mecanicamente simplificada. Motor, torque, transmissão, dimensões e capacidade do porta-malas preservam a proposta central da linha. A redução de preço ocorre principalmente pela seleção de equipamentos, acabamento e ausência de tecnologias avançadas presentes em versões superiores.

Relatório Técnico de Avaliação do Motor Turbo 200

O motor Turbo 200 possui três cilindros, 999 cm³, turboalimentação, injeção direta e comando de válvulas com variação na admissão. A potência máxima chega a 130 cv com etanol e 125 cv com gasolina, enquanto o torque de 200 Nm aparece a 1.750 rpm.

O dado decisivo no uso diário não é apenas a potência. O torque disponível em baixa rotação permite sair de cruzamentos, acompanhar o trânsito e retomar velocidade sem exigir rotações muito elevadas. Essa característica também reduz a sensação de esforço quando o veículo está com passageiros e bagagem.

Comportamento em baixa rotação

Em condução leve, o câmbio CVT procura manter o motor em uma faixa econômica. Como o torque máximo aparece cedo, o conjunto consegue ganhar velocidade com progressividade. Ao exigir aceleração mais forte, o CVT eleva a rotação para aproximar o motor de sua zona de potência.

A resposta não deve ser confundida com a de um motor de maior cilindrada. Com cinco ocupantes, bagagem, ar-condicionado e subida longa, o conjunto precisará trabalhar em rotações mais altas. Ainda assim, a relação entre peso, potência e torque é adequada ao segmento.

Eficiência e consumo

A injeção direta ajuda a controlar a pulverização do combustível e a eficiência da combustão. A estratégia eletrônica, a atuação do turbo e o câmbio continuamente variável colaboram para os números oficiais de 12,3 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada com gasolina.

O consumo real pode cair com congestionamentos, trajetos curtos, excesso de carga, combustível de baixa qualidade, pneus descalibrados e acelerações frequentes. Na prática, o proprietário deve tratar os números oficiais como referência comparativa, não como garantia individual.

Durabilidade e manutenção preventiva

O motor T200 exige disciplina de manutenção compatível com um propulsor turbo e de injeção direta. Óleo fora da especificação, intervalo de troca excedido, filtro inadequado e combustível contaminado podem elevar o risco de falhas e desgaste.

  • Respeitar revisões a cada 10.000 km ou 12 meses, considerando o que ocorrer primeiro.
  • Utilizar óleo com especificação e viscosidade determinadas pela Peugeot.
  • Não ignorar alertas de injeção, perda de potência ou aumento anormal de consumo.
  • Manter filtros, velas, sistema de arrefecimento e bateria dentro do plano preventivo.
  • Em uso severo, pedir avaliação específica à concessionária ou oficina especializada.

Para pessoa física e família, o motor é coerente com a proposta. Para CNPJ e uso profissional, também pode funcionar bem, desde que a quilometragem anual elevada seja incorporada ao orçamento de revisões. Para PCD, o torque em baixa e o câmbio automático favorecem condução confortável, mas ergonomia e adaptações precisam ser avaliadas individualmente.

O conjunto T200 também aparece em diferentes produtos do grupo Stellantis. O comprador que deseja comparar um sedã compacto com outra proposta de carroceria pode consultar a análise do Chevrolet Sonic Premier 2027, observando como peso, aerodinâmica, porta-malas e perfil de uso alteram o custo total.

Relatório Técnico de Avaliação do Câmbio CVT

O Peugeot 2008 Active utiliza transmissão automática CVT com sete relações simuladas. No modo automático, a relação varia continuamente para equilibrar resposta e consumo. No modo manual, a programação cria degraus eletrônicos que reproduzem a sensação de sete marchas.

A transmissão é associada à Aisin e a família é frequentemente identificada no mercado como K313. Como o código não aparece na ficha comercial corrente do veículo, a confirmação definitiva deve ser feita pelo número do chassi ou pelo catálogo técnico de peças.

Conforto no trânsito

O principal ativo do CVT é a suavidade. Como não há trocas físicas de marchas convencionais durante a aceleração automática, o veículo reduz trancos em filas, rampas, estacionamentos e trajetos urbanos. O conversor de torque auxilia nas arrancadas e nas manobras em baixa velocidade.

Comportamento em estrada

Em velocidade constante, o CVT pode manter o motor em rotação relativamente baixa. Nas ultrapassagens, a central encurta a relação e eleva o giro para disponibilizar potência. O ruído do motor pode crescer antes de a velocidade aumentar na mesma proporção, característica normal desse tipo de transmissão.

Manutenção e risco financeiro

A transmissão automática reduz o esforço do motorista, porém um reparo corretivo importante tende a custar muito mais do que a manutenção de uma embreagem manual. Por isso, a preservação depende de diagnóstico correto, fluido compatível, ausência de superaquecimento e respeito às orientações do fabricante.

  • Não utilizar fluido genérico sem homologação.
  • Evitar rebocar carga acima da capacidade indicada.
  • Investigar imediatamente trancos, patinação, ruídos ou demora excessiva no engate.
  • Em veículo seminovo, verificar histórico de manutenção e realizar teste em diferentes temperaturas.
  • Confirmar na rede Peugeot o plano aplicável ao chassi, pois a estratégia de inspeção ou troca pode variar.

No balanço executivo, o CVT favorece conforto, consumo e facilidade de revenda em um mercado que valoriza SUVs automáticos. O risco está concentrado em negligência de manutenção ou em reparos conduzidos sem conhecimento específico.

Consumo, autonomia e eficiência

Para transformar consumo em dinheiro, esta análise considera 1.000 km por mês, uso misto e os preços médios nacionais de R$ 6,58 por litro para gasolina comum e R$ 4,06 para etanol. Os valores são referências editoriais e mudam conforme cidade, posto e período.

Cenário Consumo oficial Custo por km Gasto para 1.000 km Autonomia teórica com 47 litros
Cidade com gasolina 12,3 km/l R$ 0,535 R$ 535 Aproximadamente 578 km
Estrada com gasolina 13,7 km/l R$ 0,480 R$ 480 Aproximadamente 644 km
Misto com gasolina Aproximadamente 12,9 km/l R$ 0,509 R$ 509 Aproximadamente 607 km
Cidade com etanol 8,6 km/l R$ 0,472 R$ 472 Aproximadamente 404 km
Estrada com etanol 9,8 km/l R$ 0,414 R$ 414 Aproximadamente 461 km
Misto com etanol Aproximadamente 9,2 km/l R$ 0,441 R$ 441 Aproximadamente 432 km

Com os preços adotados, o etanol apresenta menor custo por quilômetro. Essa vantagem pode desaparecer em regiões onde o biocombustível esteja mais caro. A forma correta de decidir é dividir o preço do litro pelo consumo real obtido com cada combustível.

Ar-condicionado, trânsito pesado, trajetos frios e curtos, bagagem no teto e pneus abaixo da pressão recomendada podem aumentar o gasto. Uma diferença aparentemente pequena de R$ 0,05 por quilômetro representa R$ 600 em 12.000 km.

Dimensões, porta-malas e uso prático

Com 4.309 mm de comprimento, o 2008 permanece administrável em centros urbanos. A largura de 1.776 mm sem espelhos exige atenção em vagas estreitas, enquanto o entre-eixos de 2.612 mm contribui para o espaço dos ocupantes.

O porta-malas de 419 litros, segundo o material oficial da Peugeot, atende malas de viagem, compras mensais e carrinho infantil compacto. A abertura e o formato do compartimento devem ser avaliados presencialmente, pois capacidade em litros não informa sozinha a facilidade de acomodar objetos grandes.

No banco traseiro, duas pessoas adultas tendem a viajar com mais conforto do que três. A presença de túnel central, desenho dos bancos, inclinação do encosto e espaço para os pés influencia mais do que o entre-eixos isoladamente.

Para PCD, a análise precisa considerar altura do assento, abertura das portas, esforço de transferência, espaço para cadeira de rodas, localização dos comandos e compatibilidade com adaptações. O veículo pode ser ergonomicamente adequado para uma pessoa e inadequado para outra.

Desempenho e dirigibilidade

A aceleração oficial de 0 a 100 km/h em 10 segundos com etanol coloca o 2008 Active em uma faixa satisfatória para um SUV compacto de uso cotidiano. O desempenho não é esportivo, mas oferece margem para entradas em vias rápidas e ultrapassagens planejadas.

A suspensão dianteira McPherson e o eixo de torção traseiro formam uma arquitetura amplamente utilizada no segmento. O acerto precisa equilibrar estabilidade, absorção de irregularidades e controle de carroceria. Pneus de perfil relativamente alto ajudam a filtrar parte dos impactos, mas rodas de 17 polegadas continuam mais vulneráveis a buracos do que conjuntos menores.

A direção elétrica tende a ser leve em manobras, enquanto o volante de diâmetro reduzido faz parte da proposta i-Cockpit. A compatibilidade entre volante, painel elevado e posição do motorista deve ser testada. Dependendo da altura e do ajuste do banco, o aro pode encobrir parte dos instrumentos.

Em rodovia, o entre-eixos e a largura favorecem estabilidade. Em carga máxima, a aceleração fica mais lenta e as distâncias de frenagem aumentam. O motorista deve recalibrar os pneus conforme a recomendação para carga e ampliar a margem de segurança.

Equipamentos, conforto e tecnologia

A versão Active procura entregar os itens de maior percepção de valor sem alcançar o pacote completo das configurações superiores. Entre os principais equipamentos estão:

Multimídia e conectividade
  • Central Peugeot i-Connect Advanced de 10,3 polegadas.
  • Apple CarPlay e Android Auto sem fio.
  • Quatro entradas USB.
  • Seis alto-falantes.
  • Comandos de áudio e voz no volante.
Conforto
  • Ar-condicionado automático digital.
  • Direção elétrica com assistência variável.
  • Vidros elétricos nas quatro portas.
  • Banco do motorista com regulagem de altura.
  • Volante regulável em altura e profundidade.
Manobras e conveniência
  • Câmera traseira com visão de 180 graus.
  • Sensor traseiro de estacionamento.
  • Freio de estacionamento elétrico.
  • Sensor de chuva.
  • Modo de condução Sport.
Apresentação
  • Rodas de liga leve de 17 polegadas.
  • Luzes diurnas em LED.
  • Lanternas traseiras 3D em LED.
  • Barras longitudinais no teto.
  • Acabamento interno escurecido.

O pacote é competitivo para uma versão de entrada, especialmente pela combinação de ar automático, multimídia grande, câmera, freio elétrico e rodas de liga leve. Por outro lado, componentes eletrônicos e telas podem elevar custos de reparo fora da garantia.

Na revenda, conectividade sem fio, câmera e ar automático ajudam na atratividade. O comprador deve testar todas as funções antes da entrega e guardar registros de atualizações, ordens de serviço e eventuais substituições em garantia.

Segurança e sistemas ADAS

O 2008 Active reúne quatro airbags, freios ABS com distribuição eletrônica, controle de estabilidade, controle de tração, assistente de partida em rampa, cintos de três pontos, apoios de cabeça traseiros e Isofix.

Os discos nas quatro rodas são um ponto técnico positivo. O controle eletrônico de estabilidade também é essencial para ajudar o motorista a recuperar a trajetória em situações de perda de aderência, embora não substitua pneus em bom estado nem condução defensiva.

O catálogo da versão não lista como itens de série frenagem autônoma de emergência, alerta de colisão frontal, assistente ativo de permanência em faixa, monitoramento de ponto cego ou controle de cruzeiro adaptativo. Portanto, o Active oferece segurança eletrônica fundamental, mas não um pacote ADAS avançado.

Impacto no Seguro: controles de estabilidade e câmera podem reduzir a frequência de alguns eventos, porém faróis, lanternas, sensores, para-choques e peças de acabamento podem encarecer reparos de colisões leves. A seguradora calcula o risco pelo perfil do condutor, CEP, uso e histórico de sinistros.

Custo Total de Propriedade do Peugeot 2008 Active 2026

O Custo Total de Propriedade, conhecido pela sigla TCO, soma todas as despesas necessárias para comprar, utilizar, conservar e revender o veículo. O preço de R$ 153.990 é apenas o primeiro componente.

A projeção central considera 1.000 km mensais, gasolina a R$ 6,58, IPVA paulista de 4%, Seguro anual estimado em R$ 5.500, manutenção preventiva, pneus, documentação, conservação e desvalorização anual de 12%.

Componente mensal Estimativa Critério editorial
Combustível R$ 509 1.000 km mensais, consumo misto aproximado de 12,9 km/l e gasolina a R$ 6,58.
Seguro mensalizado R$ 458 Apólice anual estimada em R$ 5.500.
IPVA mensalizado R$ 513 4% sobre R$ 153.990, referência de São Paulo.
Licenciamento e documentação R$ 29 Reserva anual de R$ 350.
Revisões programadas R$ 92 Reserva anual aproximada de R$ 1.100.
Pneus, alinhamento e balanceamento R$ 80 Provisão para substituição futura do conjunto aro 17.
Manutenção preventiva e imprevistos leves R$ 120 Reserva para bateria, palhetas, fluidos e peças de desgaste não cobertas pela revisão.
Lavagem e conservação R$ 100 Orçamento médio mensal.
Desvalorização econômica R$ 1.540 Estimativa de 12% no primeiro ano.
TCO mensal sem financiamento R$ 3.441 Inclui despesas e perda econômica estimada do ativo.
Custo operacional sem depreciação R$ 1.901/mês

Valor aproximado que efetivamente sai do caixa mensal, sem parcela e sem considerar a perda de valor do veículo.

TCO econômico R$ 3.441/mês

Inclui depreciação estimada, mas não inclui prestação de financiamento.

Custo econômico por km R$ 3,44/km

Com 12.000 km anuais e todos os componentes do cenário intermediário.

TCO anual em três cenários

Cenário Custo anual estimado Perfil considerado
Baixo R$ 30.500 800 km mensais, etanol competitivo, Seguro reduzido, menor alíquota estadual e desvalorização de 9%.
Intermediário R$ 41.300 1.000 km mensais, gasolina, IPVA paulista, Seguro médio e desvalorização de 12%.
Alto R$ 54.800 1.500 km mensais, uso urbano severo, Seguro elevado, maior desgaste e desvalorização de 15%.

Projeção econômica para três anos

Mantido o cenário intermediário, o custo acumulado pode se aproximar de R$ 124 mil em três anos. Esse número não significa que o proprietário perderá integralmente esse valor, pois parte corresponde ao uso do veículo, impostos, combustível, Seguro e perda de valor de mercado.

A desvalorização tende a ser mais intensa nos primeiros anos. Promoções agressivas de unidades zero km podem pressionar os preços dos seminovos, já que o comprador compara o usado com o valor promocional real, e não somente com a tabela pública.

IPVA, Seguro e documentação

Em São Paulo, automóveis flex de passeio utilizam alíquota de 4%. Aplicada ao preço público de R$ 153.990, a estimativa inicial é de R$ 6.159,60. O valor real pode usar base venal específica e variar conforme o exercício fiscal.

Em outros estados, a alíquota pode ser inferior ou superior. Por isso, o comprador deve consultar a Secretaria da Fazenda de seu estado antes de concluir o orçamento.

Seguro

Uma faixa editorial plausível para o Seguro anual é de R$ 4.200 a R$ 7.500, mas não se trata de cotação. O preço muda conforme:

  • Idade, tempo de habilitação e histórico do condutor.
  • CEP de pernoite e índice regional de roubos e colisões.
  • Garagem residencial e no trabalho.
  • Uso particular, profissional ou por aplicativo.
  • Franquia, cobertura para terceiros e carro reserva.
  • Instalação de acessórios e condutores adicionais.

Para CNPJ, o Seguro deve refletir quem conduz o veículo e qual é a finalidade operacional. Declarar uso particular quando o automóvel trabalha em atividade comercial pode gerar problemas em eventual sinistro.

PCD e benefícios tributários

O motor 1.0 flex e a carroceria de quatro portas atendem requisitos gerais utilizados em benefícios federais, mas a elegibilidade depende da condição da pessoa, documentação, valor do veículo e regras tributárias vigentes.

IPI, ICMS e IPVA possuem critérios diferentes. Um benefício federal não garante automaticamente benefício estadual. Como o preço público supera limites utilizados em algumas isenções estaduais, pode haver redução parcial, ausência de benefício ou incidência sobre parte do valor.

A compra PCD deve ser validada com Receita Federal, Secretaria da Fazenda estadual, Detran e concessionária antes da emissão da nota fiscal.

Revisões, manutenção e pneus

O plano de manutenção prevê revisões em intervalos de 10.000 km ou 12 meses. Para quem roda 1.000 km por mês, a primeira revisão tende a ocorrer antes de completar um ano ou próximo desse período.

Os preços variam por concessionária, região e pacote. Uma reserva anual entre R$ 900 e R$ 1.500 é prudente nos primeiros anos, sem incluir pneus, colisões, avarias externas ou componentes desgastados por uso severo.

Principais itens de desgaste

  • Óleo do motor e filtros.
  • Velas de ignição conforme o plano do fabricante.
  • Pastilhas e discos de freio.
  • Palhetas do limpador.
  • Bateria de 12 volts.
  • Pneus, alinhamento e balanceamento.
  • Buchas, bieletas e amortecedores em pisos degradados.
  • Fluidos e componentes do sistema de arrefecimento.

Custo dos pneus

Um conjunto de quatro pneus aro 17 compatíveis pode representar aproximadamente R$ 3.200 a R$ 4.800, conforme marca, índice de carga e tecnologia. Cotar somente pelo menor preço pode comprometer frenagem, ruído, durabilidade e estabilidade.

A divergência entre 215/60 R17 e 215/65 R17 encontrada em materiais oficiais torna indispensável conferir a medida efetiva do lote. Medida incorreta pode interferir em velocímetro, estabilidade, vão da caixa de roda, Seguro e garantia.

Checklist para um futuro seminovo

  • Consultar histórico de revisões e notas fiscais.
  • Verificar funcionamento do turbo e ausência de vazamentos.
  • Testar o CVT frio e quente.
  • Avaliar pneus quanto a desgaste irregular.
  • Inspecionar suspensão, freios e alinhamento estrutural.
  • Escanear módulos eletrônicos.
  • Testar multimídia, câmera, sensores e freio elétrico.
  • Realizar cautelar para identificar sinistros e reparos estruturais.

Desvalorização e valor de revenda

A desvalorização do Peugeot 2008 Active dependerá do preço efetivamente pago. Quem compra com desconto elevado tem uma base financeira mais protegida do que quem paga integralmente a tabela pública.

A projeção de 12% no primeiro ano equivale a aproximadamente R$ 18.479 sobre R$ 153.990. Trata-se de estimativa, não de previsão garantida.

Fatores que ajudam a revenda

  • Histórico completo de revisões.
  • Ausência de sinistro estrutural.
  • Pneus iguais e de especificação correta.
  • Baixa quilometragem coerente com a idade.
  • Cores de maior aceitação regional.
  • Multimídia, câmera e ar-condicionado funcionando.
  • Manual, chave reserva e documentação organizada.

Fatores que prejudicam a revenda

  • Manutenção sem comprovação.
  • Ruídos ou falhas no motor e no CVT.
  • Reparos de carroceria mal executados.
  • Pneus de medidas diferentes.
  • Uso profissional intenso sem manutenção proporcional.
  • Alertas eletrônicos ativos no painel.

Em 2026, o Peugeot 2008 alcançou a segunda colocação em premiação de menor depreciação entre SUVs compactos, um sinal favorável de mercado. Ainda assim, resultado histórico não garante a taxa futura de uma unidade específica.

Financiamento e custo mensal real

O Financiamento exige leitura do Custo Efetivo Total, não somente da taxa nominal ou da parcela. IOF, cadastro, seguros financeiros e serviços agregados podem aumentar o custo final.

A simulação abaixo utiliza preço de R$ 153.990, entrada de 40%, prazo de 48 meses e juros hipotéticos de 1,69% ao mês. Não inclui tarifas, IOF ou seguros, portanto não representa proposta bancária.

Item da simulação Valor
Preço do veículo R$ 153.990
Entrada de 40% R$ 61.596
Valor financiado R$ 92.394
Prazo 48 meses
Taxa hipotética 1,69% ao mês
Parcela estimada R$ 2.825
Total das parcelas R$ 135.618
Total com entrada R$ 197.214
Encargos financeiros aproximados R$ 43.224, antes de tarifas e IOF
Fluxo de caixa mensal: somando a parcela simulada de R$ 2.825 ao custo operacional de aproximadamente R$ 1.901, o desembolso mensal pode atingir R$ 4.726. Não se deve somar a parcela integral à depreciação para calcular TCO econômico, pois parte da prestação amortiza o próprio ativo.

Uma oferta anunciada como taxa zero ainda pode apresentar CET positivo devido a despesas acessórias. Compare sempre preço à vista, entrada, soma das parcelas, CET mensal, CET anual e eventual perda de desconto.

Vale a pena comprar o Peugeot 2008 Active 2026?

O Peugeot 2008 Active 2026 vale a consideração de quem busca um SUV compacto automático, turbo, espaçoso e com equipamentos relevantes sem migrar para a versão mais cara.

O conjunto de 130 cv, torque de 200 Nm e CVT atende bem ao trânsito e às viagens familiares. O porta-malas de 419 litros e a multimídia de 10,3 polegadas ampliam a competitividade.

A compra é mais racional quando existe desconto relevante sobre os R$ 153.990, entrada elevada e Seguro compatível com o orçamento. O negócio perde atratividade quando o comprador financia uma parcela muito grande por prazo longo ou paga preço próximo ao de rivais com seis airbags e ADAS mais completos.

Para uso urbano

É uma aplicação coerente. Direção elétrica, CVT, câmera, sensor traseiro e freio elétrico simplificam manobras e congestionamentos. O comprimento ainda permite uso cotidiano sem o volume de SUVs médios.

Para família

Porta-malas, Isofix, espaço e ar automático são positivos. Quatro airbags e ausência de ADAS avançado devem entrar na comparação com concorrentes.

Para estrada

O desempenho e a estabilidade são adequados, mas ultrapassagens devem ser planejadas quando o veículo estiver carregado. O tanque de 47 litros permite autonomia satisfatória com gasolina.

Para trabalho e CNPJ

O 2008 pode atender representantes comerciais, prestadores de serviço e pequenas empresas, desde que não haja necessidade de carga elevada. Quem precisa transportar ferramentas ou mercadorias deve comparar o TCO com uma picape compacta, como a Renault Oroch Pro 2027.

Para carga pesada, áreas rurais e tração 4×4, a arquitetura do 2008 não substitui uma picape de trabalho. A análise da Mitsubishi Triton Terra 2027 mostra uma operação completamente diferente em pneus, diesel, manutenção e Seguro.

Para PCD

Câmbio automático, direção leve e torque em baixa favorecem o uso. A viabilidade tributária e ergonômica precisa ser analisada caso a caso. O preço pode limitar benefícios estaduais ou gerar isenção parcial.

Quem deve evitar

  • Quem não possui reserva para Seguro, IPVA e pneus aro 17.
  • Quem exige seis airbags e pacote ADAS avançado.
  • Quem pretende transportar carga pesada ou utilizar tração 4×4.
  • Quem financiará quase todo o preço por prazo longo.
  • Quem não se adapta à posição do volante e do painel i-Cockpit.

Para quem esse carro serve

Perfil Adequação Observação estratégica
Pessoa física Boa Especialmente quando há desconto e entrada elevada.
Família pequena Boa Porta-malas e espaço atendem bem quatro ocupantes.
Motorista urbano Muito boa CVT, direção elétrica, câmera e sensor traseiro favorecem o cotidiano.
Motorista rodoviário Boa Consumo e estabilidade são adequados, mas o tanque não é dos maiores.
Autônomo Boa Desde que o volume de carga seja moderado.
Empresa ou CNPJ Boa Deve comparar desconto, tributação, Seguro empresarial e quilometragem anual.
PCD condutor Potencialmente boa Depende da ergonomia, das adaptações e dos benefícios aprovados.
PCD não condutor Potencialmente boa Espaço e acesso precisam ser testados com o usuário e seus equipamentos.
Primeiro carro Regular Fácil de dirigir, porém com IPVA, Seguro e pneus de custo relevante.
Comprador focado em baixo custo absoluto Regular Um hatch compacto será mais barato de manter.
Comprador focado em conforto Boa CVT, ar automático e cabine moderna são pontos favoráveis.
Comprador focado em revenda Boa, com ressalvas Preço pago, histórico e política de descontos da marca serão decisivos.

Quem avalia SUVs de maior porte deve observar que mais espaço e capacidade fora de estrada geralmente significam despesas superiores. O GWM Haval H9 Exclusive 2027, por exemplo, opera em outra escala de combustível, pneus, Seguro e depreciação.

Pontos fortes e pontos de atenção

Pontos fortes

  • Motor turbo com 200 Nm em baixa rotação.
  • Câmbio CVT suave no trânsito.
  • Porta-malas oficialmente informado em 419 litros.
  • Central multimídia de 10,3 polegadas.
  • Apple CarPlay e Android Auto sem fio.
  • Ar-condicionado automático digital.
  • Câmera de 180 graus e sensor traseiro.
  • Freios a disco nas quatro rodas.
  • Controle de estabilidade e assistente de rampa.
  • Boa relação entre desempenho e consumo.

Pontos de atenção

  • Somente quatro airbags.
  • Ausência de ADAS avançado na lista de série.
  • Pneus aro 17 elevam o custo de reposição.
  • IPVA paulista próximo de R$ 6.160.
  • Seguro pode variar significativamente por perfil.
  • Financiamento longo aumenta fortemente o custo final.
  • Posição do i-Cockpit não agrada a todos os motoristas.
  • Materiais oficiais apresentam divergência na medida dos pneus.
  • Promoções do zero km podem pressionar a revenda.
  • Reparos de turbo, injeção direta ou CVT exigem mão de obra qualificada.

Resumo executivo final

O Peugeot 2008 Active 2026 entrega uma proposta equilibrada dentro do segmento de SUVs compactos. Seu motor T200 possui torque adequado, o câmbio CVT favorece conforto e o porta-malas oferece capacidade útil para uma família pequena.

A versão Active preserva os principais ativos mecânicos da linha e inclui equipamentos de alta percepção de valor, como multimídia grande, conectividade sem fio, ar automático, câmera e freio elétrico.

O custo mensal real, entretanto, vai muito além do combustível. No cenário intermediário desta análise, as despesas operacionais ficam próximas de R$ 1.900 por mês. Com a depreciação, o TCO econômico sobe para aproximadamente R$ 3.440 mensais, antes de eventual parcela.

O principal alerta é financeiro: comprar pelo valor promocional e com entrada forte pode transformar o 2008 em uma escolha racional. Financiar quase todo o preço, ignorar o Seguro ou subestimar o custo dos pneus pode comprometer o orçamento.

Do ponto de vista técnico, motor e transmissão são coerentes com a proposta. Do ponto de vista de segurança, quatro airbags e ausência de ADAS avançado exigem comparação cuidadosa. A decisão final deve considerar preço efetivamente negociado, cotação individual de Seguro, tributação estadual e teste ergonômico.

Perguntas frequentes sobre o Peugeot 2008 Active 2026

Qual é a ficha técnica do Peugeot 2008 Active 2026?

O SUV utiliza motor 1.0 Turbo 200 flex de três cilindros, até 130 cv, torque de 200 Nm, câmbio CVT com sete marchas simuladas, tração dianteira, tanque de 47 litros e porta-malas oficialmente informado em 419 litros.

O motor do Peugeot 2008 Active 2026 é bom?

O motor é adequado ao uso urbano e familiar. Seu principal diferencial é o torque máximo disponível a 1.750 rpm, que favorece saídas e retomadas sem exigir rotações muito elevadas.

Qual é o câmbio do Peugeot 2008 Active 2026?

O veículo utiliza câmbio automático CVT com relações continuamente variáveis e sete marchas simuladas no modo manual. A transmissão é associada à Aisin e comumente identificada como K313, embora o código deva ser confirmado pelo chassi.

Qual é o consumo do Peugeot 2008 Active 2026?

Os números oficiais são 8,6 km/l na cidade e 9,8 km/l na estrada com etanol. Com gasolina, são 12,3 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada.

Qual é o tamanho do porta-malas do Peugeot 2008 2026?

O material técnico oficial da Peugeot informa capacidade de 419 litros. Alguns catálogos independentes apresentam valor diferente, mas esta análise prioriza a informação oficial da fabricante.

Quanto custa o IPVA do Peugeot 2008 Active 2026?

Usando o preço de R$ 153.990 e a alíquota paulista de 4%, a estimativa é de R$ 6.159,60. A base venal e a alíquota variam por estado e exercício.

Quanto custa o Seguro do Peugeot 2008 Active 2026?

Uma estimativa editorial fica entre R$ 4.200 e R$ 7.500 por ano. O valor real depende do condutor, CEP, garagem, histórico, franquia, cobertura e finalidade de uso.

Qual é o TCO mensal do Peugeot 2008 Active 2026?

No cenário intermediário, o custo operacional é de aproximadamente R$ 1.900 mensais. Incluindo depreciação, o TCO econômico fica próximo de R$ 3.440 por mês, sem parcela de Financiamento.

O Peugeot 2008 Active 2026 tem ADAS?

O catálogo da versão Active não lista frenagem autônoma, controle de cruzeiro adaptativo ou assistente ativo de faixa. O modelo possui controles de estabilidade e tração, assistente de rampa, ABS e câmera traseira.

O Peugeot 2008 Active 2026 pode ser comprado por PCD?

O veículo pode atender requisitos gerais de motorização e carroceria, mas a concessão de IPI, ICMS e IPVA depende das regras vigentes, do valor do veículo, da deficiência e da autorização dos órgãos competentes.

Vale a pena financiar o Peugeot 2008 Active 2026?

Depende da entrada, taxa, prazo e CET. Em uma simulação com 40% de entrada e 48 meses, os encargos podem superar R$ 43 mil antes de tarifas e IOF. Uma entrada maior reduz substancialmente o custo final.

O Peugeot 2008 Active 2026 vale a pena?

Vale para quem prioriza motor turbo, câmbio automático, espaço e equipamentos de conforto. O comprador deve comparar preço negociado, Seguro, ausência de ADAS avançado e custo dos pneus antes de fechar o negócio.

Metodologia e transparência

Os dados técnicos foram consolidados a partir de materiais oficiais da Peugeot e da Stellantis. Os valores de combustível utilizam médias nacionais da ANP referentes à semana de 5 a 11 de julho de 2026. Seguro, revisões, pneus, manutenção, desvalorização e Financiamento são estimativas editoriais e não substituem cotações.

Conteúdo produzido pelo JK Carros para orientar decisões de compra. Preços, equipamentos, impostos, campanhas comerciais e especificações podem mudar sem aviso. Confirme todos os dados no veículo, na concessionária, nos órgãos públicos e nos contratos antes da compra.

Ficha técnica explicativa de carros e Custo Total de Propriedade