Porsche 911 Targa L 2.0 1968: ficha técnica, raridade, valores de mercado no Brasil e exterior. Um Porsche antigo-alvo no ecossistema Porsche Brasil.

Porsche Antigo ao Porsche atual – Natália Svetlana – Colunista JK Porsche
Intermediário só no nome: o Porsche 911 Targa L 2.0 1968 é o sweet spot técnico e financeiro no universo Porsche antigo — e, no contexto Porsche Brasil, um ativo escasso com upside quando o dossiê é irretocável.

| Seção | Especificação | Valor / Detalhe |
|---|---|---|
| Modelo | Designação | Porsche 911 Targa L 2.0 — 6 cilindros boxer (1968) |
| Powertrain | Potência / Torque | ≈130 cv @ 6.100 rpm / ≈161 Nm @ 4.600 rpm |
| Powertrain | Cilindrada / Alimentação | 1.991 cm³ / carburadores triplos (Weber 40 — variações) |
| Transmissão | Tração / Câmbio | Traseira (RR) / Manual 5 marchas tipo 901 |
| Chassi | Entre-eixos (SWB) | 2.210 mm |
| Dimensões | C x L x A | 4.163 x 1.610 x 1.321 mm |
| Massa | Peso em ordem de marcha | ~1.080 kg |
| Frenagem | Freios | Discos nas quatro rodas (especificação “S” em muitos L) |
| Performance | Velocidade máxima (catálogo) | ≈209 km/h |
| Produção | Unidades 911L Targa (1968) | ≈307 unidades (estimado) |
| Mercado exterior | Faixa de negociação | US$ 140.000–220.000* (matching numbers, restauração premium) |
| Mercado Brasil | Disponibilidade / precificação | Oferta escassa; valores sob consulta. Custos de internalização elevam a pedida vs. exterior* |
| Compliance | VIN / Família | Série 1186xxxx (Targa 1968); motor família 901/xx; câmbio 901 |
| Observações | Notas | *Ranges indicativos; variam por originalidade, “matching numbers”, documentação e estado. |
No ano-modelo 1968, a família 911 foi racionalizada em quatro camadas de performance: 911T (entrada), 911 “normal”, 911L (Lux, o “intermediário” com acertos e conteúdo superiores) e 911S (topo).
Todas podiam ser encomendadas como Coupé ou Targa, o “semi-conversível” com arco de segurança. O 911 Targa L 2.0 entregava 130 cv do flat-six 2.0, freios a disco nas quatro rodas e o câmbio 901 de 5 marchas, um pacote com mais “conteúdo” que o normal, sem o custo do S.
Em 1968 o Targa ainda era de entre-eixos curto (SWB, 2.210 mm), e já consolidava o conceito de segurança e rigidez do arco fixo com teto removível, um design que se manteria icônico por décadas.
Especificações técnicas (engenharia e manutenção)

Plataforma e dimensões (SWB)
• Entre-eixos: 2.210 mm | Compr.: 4.163 mm | Larg.: 1.610 mm | Alt.: 1.321 mm | Peso em ordem de marcha: ~1.080 kg. Suspensão dianteira McPherson, traseira braços arrastados; direção pinhão e cremalheira.
Powertrain
• Motor: 6 cilindros boxer, arrefecimento a ar, 1.991 cm³, carburado;
• Potência: ~130 hp @ ~6.100 rpm | Torque ~119 lb·ft (≈161 Nm) @ 4.600 rpm;
• Transmissão: manual 5 marchas, tipo 901 | Tração traseira;
• Velocidade máxima de catálogo: ~209 km/h (130 mph).
Frenagem e rodas
• Quatro discos sólidos (layout “S” em muitos L), rodas de aço ou Fuchs conforme especificação; arquitetura robusta e simples para serviços de oficina.
Boas práticas de oficina (nota técnica)
• Carburadores triplos tipo Weber 40 (IDA/variações) são sensíveis a equalização; qualidade de venturis e giclês impacta marcha-lenta e transientes;
• Verificar folgas axiais do virabrequim e “head studs” em serviços de retífica; o bloco de magnésio exige torques rigorosamente dentro da especificação e bom controle térmico. (Boas práticas consagradas no meio Porsche antigo.).
Produção e raridade: por que o L Targa “bate meta” em colecionismo

Em 1968, o 911L Targa teve produção registrada de aproximadamente 307 unidades, um volume enxuto dentro do mix F-Series, o que hoje sustenta liquidez em leilões e negociações de alto padrão.
Dinâmica veicular: entrega “intermediária” com proposta muito clara
O 2.0 de 130 cv não tem o pico do S (160 cv), mas combina melhor dirigibilidade em baixa e média com massa contida, freios a disco e câmbio 901 de relações bem escalonadas.
Na prática, em uso de estrada ou serra, é um 911 “analógico” de altíssimo engajamento, com menos custo de manutenção do que um S equivalente, e mais conteúdo e acabamento do que o 911 normal.
Preço e mercado (Brasil x exterior): benchmarks e drivers de valuation
Exterior (USD): bases de leilões e marketplaces especializados mostram amplitude grande conforme originalidade (“matching numbers”), tipo de traseira (soft-window vs. vidro), histórico e nível de restauração;
• Observa-se mediana anual para os 911 1968 na casa de US$ ~168 mil em 2025 (com picos acima de US$ 230 mil e mínimos na casa de US$ 100 mil, a depender do trim e do estado);
• Listings pontuais para 911L Targa podem aparecer bem abaixo quando modificados ou a exigir restauração profunda (ex.: anúncio recente a US$ 52 mil para um soft-window modificado).

Brasil (BRL): a Tabela FIPE não é referência consistente para Porsche antigo dessa era (muitos anos não possuem referência), então o preço local é “case-by-case”, ancorado em importação, impostos, procedência e matching numbers. Portais nacionais e casas boutique mostram oferta escassa e valores sob consulta.
Leitura executiva: para um 911 Targa L 1968 matching numbers, restaurado de alto nível, o range de pedida no exterior costuma ficar aprox. US$ 140–220 mil; no Brasil.
Quando aparece com documentação e histórico robustos, a precificação tende a refletir raridade e custo de internalização, frequentemente acima do paralelo em dólar. (Baseado nos dados de leilões e na escassez constatada nos marketplaces nacionais citados.).
Checklist de compra (para mecânicos, técnicos e engenheiros)
- Monocasco e corrosão: avaliar longarinas, torsion bar tubes, “pan” dianteiro, base do arco Targa e calhas; documentação fotográfica de restauração é decisiva na due diligence;
- Matching numbers: conferir VIN da série 1186xxxx (Targa 1968) e carimbo do motor conforme famílias 901/xx, bem como tipologia do câmbio 901 correspondente;
- Carburação e ignição: sincronismo tri-corpo, avanço centrífugo e vácuo; buscar acertos conforme altitude/temperatura no Brasil;
- Soft-window vs. vidro: a configuração impacta desejabilidade, estanqueidade e valor;
- Freios e rodas: discos sólidos corretos, pinças na especificação e rodas (aço ou Fuchs) condizentes com o build.
Por que faz sentido para o ecossistema Porsche Brasil

A equação do 911 Targa L 1968 é clara: baixo volume, configuração icônica Targa, pacote mecânico de 130 cv confiável e manutenção menos “punitiva” que um S, tudo isso dentro do universo Porsche antigo que hoje sustenta clubes, oficinas especializadas e eventos locais.
Para quem opera portfólio de clássicos no Brasil, o L Targa representa ativo com upside, desde que a compra venha lastreada por histórico, perícia e compliance documental.
FAQ rápido
O que diferencia o L do T e do S em 1968?
O L trazia 130 cv, freios e acabamento superiores ao T (110 cv), mas abaixo do S (160 cv), posicionando-se como “versão intermediária” no portfólio.
É SWB ou LWB?
Em 1968 ainda é SWB (2.210 mm); a extensão de entre-eixos viria a partir de setembro de 1968 para a linha seguinte.
Quantos 911L Targa 1968 foram feitos?
Registros indicam ~307 unidades em 1968.
Créditos e fontes essenciais
Especificações, produção e histórico: Stuttcars (fichas do 911 L 2.0 e 911 L Targa 1968, e produção F-Series). Dados de mercado: ConceptCarz (valores consolidados por ano/modelo) e Classic.com (listings pontuais). Contexto Targa: Porsche Classic Brasil (linha F).
Elétrica do Porsche 911 Targa L 2.0 (1968): arquitetura, riscos, ajustes e “quick wins” de confiabilidade

Visão executiva
No 911 Targa L 2.0 ano-modelo 1968, a engenharia elétrica segue a lógica clássica da F-Series de entre-eixos curto (SWB):
Sistema 12 V, alternador Bosch integrado ao ventilador de arrefecimento, regulador de voltagem externo, ignição por platinado/condensador (CDI só chegaria na linha seguinte), painel VDO e chicote com fusíveis de porcelana.
Em termos de “gestão de risco”, a dor de cabeça típica em Porsche antigo nasce menos de “peças raras” e mais de aterramentos cansados, oxidação em porta-fusíveis e correntes acima do projeto em iluminação.
Para quem opera preservação de valor no contexto Porsche Brasil, o playbook é: inspeção metódica, restauração criteriosa e pequenos upgrades reversíveis para elevar confiabilidade sem ferir originalidade.
Arquitetura e componentes-chave
- Bateria(s) na dianteira: de fábrica, muitos SWB 1968 usam duas baterias de 6 V em série (12 V total), uma em cada cava do porta-malas, para balanceamento de massa. Conversões para uma bateria 12 V AGM são comuns e aceitáveis em uso, desde que reversíveis e com cabos dimensionados;
- Carga: alternador 14 V montado no centro do “turbina/fan housing”, com regulador externo (compartimento do motor). Correia devidamente tensionada e conectores limpos são mandatórios para estabilidade de tensão;
- Partida: motor de arranque Bosch; strap de terra entre câmbio e monobloco é ponto crítico, queda de tensão aqui gera sintomas fantasma em todo o carro;
- Ignição: distribuidor com platinado e condensador; avanço centrífugo deve trabalhar livre. CDI não é de fábrica no L 1968; manter Kettering correto é parte do compliance histórico;
- Instrumentação e sensores: VDO (velocímetro, conta-giros, nível e temperatura do óleo, combustível). Sensores termo-resistivos e boias envelhecidas distorcem leituras;
- Iluminação: faróis Hella; nos carros US originais, sealed beam; Europa costuma aceitar H4. Sem relés dedicados, a chave de farol sofre com corrente alta.
- Targa (particularidades):
- Soft-window (janela plástica com zíper): não há desembaçador elétrico; atenção a infiltrações que atacam chicotes;
- Targa vidro fixo: malha de desembaçador traseiro demanda conectores e interruptor em perfeito estado para não sobrecarregar o circuito.
Pontos de falha recorrentes (mapa de calor)

- Porta-fusíveis cerâmicos no cofre dianteiro: oxidação dos terminais → aquecimento e queda de tensão em faróis, setas e painel;
- Aterramentos: traseiro (câmbio-carroceria), pontos no painel, caixas de roda dianteiras e no conjunto farol/lanterna;
- Regulador de voltagem externo: unidades fora de calibração geram subcarga (bateria sempre fraca) ou sobrecarga (lâmpadas queimando, cheiro de “ácido”);
- Chave de ignição e comutador de farol: desgaste mecânico + corrente alta → intermitências;
- Chicote envelhecido: isolamento ressecado (calor + tempo) próximo ao motor; emenda não original gera resistência parasita.
Procedimentos de diagnóstico (linha de base para oficina)
- Queda de tensão (voltage drop): medir bateria→motor de arranque e retorno pelo strap de terra durante a partida; perda aceitável ≤0,5 V por trecho;
- Curva de carga: com motor a 2.000–2.500 rpm, tensão entre 13,8–14,2 V com faróis e ventilador ligados. Desvio persistente indica regulador/alternador fora de especificação;
- Ignição: abrir platinado com feeler gauge (típico ~0,3–0,4 mm), verificar dwell e avanço dinâmico com pistola estroboscópica; condensador ruim dá centelhamento nos contatos e falha em alta;
- Consumo parasita: amperímetro em série (porta-fusíveis principal) com tudo desligado; corrente residual significativa aponta para rádio/relógio ou fio “vampiro”;
- Instrumentos: testar sensores de temperatura e pressão do óleo em bancada (curva ôhmica), revisando aterramentos dos relógios VDO.
Intervenções de alto impacto e baixo atrito (reversíveis)

- Relés de farol (kit plug-and-play): migra a corrente alta para relés próximos à bateria, poupando a chave; ganho imediato de luminosidade e longevidade;
- Revisão de aterramentos: lixar, tratar com protetor dielétrico e arruela de estrela; custo baixo, ROI alto em confiabilidade;
- Revisão/upgrade do regulador: manter carcaça e chicote “period-correct”, usar elemento interno calibrado (ou unidade Bosch correta), tensão estável protege todo o ecossistema;
- Cabos de vela e bobina: cabos resistivos novos, bobina na especificação; reduz misfire e ruído elétrico que afeta rádio e instrumentos;
- Conversão para uma bateria 12 V AGM (quando o carro já estiver alterado): suporte dedicado, cabos 25–35 mm², fixação OEM-like. Se o objetivo é concurso, preservar dupla 6 V é a linha mestra.
Governança de restauração (padrão “auditável”)
- Documentação fotográfica do chicote antes/depois, com roteamento por grampose passagens originais;
- Terminais crimpados e soldados com estanho de boa liga; capa termo-retrátil e guardapó em passagens de painel corta-fogo;
- Código de cores conforme catálogo (VDO/Bosch); etiquetação de circuitos para troubleshooting futuro;
- Peças: priorizar Bosch/HELLA/VDO e fornecedores OEM-style; evitar conexões tipo “torção e fita”.
Matriz rápida de sintomas → ações
- Dificuldade de partida a quente → conferir queda de tensão no circuito do arranque, estado do comutador de ignição e aterramento do câmbio;
- Faróis fracos / oscilação → instalar relés, revisar alternador/regulador e portal fusível; medir tensão em carga;
- Indicadores “mentirosos” (óleo/temperatura/combustível) → checar sensor + aterramento do relógio + resistência de linha;
- Bateria “morrendo” parada → consumo parasita; retirar rádio/relógio do circuito e testar por exclusão;
- Cheiro elétrico / fusível quente → oxidação em porta-fusível de porcelana; substituir terminais, limpar pistas, torque correto.
Compliance histórico vs. usabilidade: como equilibrar

Para veículos colecionáveis, especialmente um 911 Targa L 1968 com matching numbers, a diretriz é reversibilidade.
Relés de farol, revisão de terra e regulador calibrado elevam a experiência de uso e a segurança sem comprometer narrativa de originalidade.
Ponto sensível no valuation de Porsche antigo no Porsche Brasil. Em concursos, mantenha estética de época; em uso real, privilegie confiabilidade invisível.
Checklist elétrico para pré-compra e pós-restauro (baixar PDF)
Vídeo: Freios Porsche a disco nas quatro rodas: A engenharia que domou um esportivo leve e nervoso
Ficha Técnica Completa Porsche 911 Targa L 2.0 ano 1968

Porsche 911 Targa L 2.0 • 1968 Short Wheelbase (SWB)
Ficha técnica C-level, com governança de dados, para ativação em SEO e conversão no funil orgânico.
Resumo executivo
O 911 Targa L 2.0 de 1968 é o “Lux” de um ano-só, combinando o seis-cilindros boxer 2.0 a 130 cv com a carroceria Targa de arco inox e janela traseira soft-window em muitas unidades. Entrega proposta de valor clássica: dirigibilidade leve, freios a disco nas quatro rodas e pacote de segurança reforçado para o mercado americano de 1968.
* Números típicos de fábrica para o 911 L (Targa/Coupé) de 1968, com pequenas variações por mercado e medição.
Powertrain
| Configuração | 6 cilindros contrapostos (boxer), arrefecimento a ar/óleo, comando SOHC por bancada, 2 válvulas por cilindro |
|---|---|
| Cilindrada | 1.991 cm³ — diâmetro x curso 80 mm × 66 mm |
| Alimentação | Carburadores (Weber/Solex, conforme mercado) |
| Potência | ≈130 cv (DIN) @ ~6.100–6.200 rpm 911 L |
| Torque | ≈174 Nm @ ~4.200–4.600 rpm |
| Transmissão | Manual 5 marchas tipo 901 (RWD); opcional Sportomatic 4 marchas |
| Relação peso/potência | ≈8,3 kg/cv (estimativa com 1.085 kg) |
Fonte técnica de base consolidada e cruzada em publicações especializadas e catálogos de época.
Chassi, freios e dinâmica
| Estrutura | Monobloco em aço (autoportante) |
|---|---|
| Tração | Traseira (RWD) |
| Suspensão dianteira | McPherson, barras de torção, barra estabilizadora |
| Suspensão traseira | Braços semi-arrastados, barras de torção |
| Freios | Discos nas quatro rodas; sistema dual-circuit (1968). Há referências divergentes quanto a discos ventilados no 911 L em 1968; algumas unidades/listagens indicam ventilados, outras sólidos, variando por mercado e especificação. |
| Direção | Cremalheira e pinhão |
| Rodas/Pneus | 15″ — medidas típicas 5,5J x 15 com pneus 165HR-15 |
Aerodinâmica & carroceria
| Coeficiente de arrasto (Cd) | ≈0,38 medidas de referência da geração “F” |
|---|---|
| Área frontal (A) | ~1,9–2,0 m² (estimativa técnica a partir de L × H; não há dado oficial consolidado para 1968) |
| Janela traseira | Soft-window (PVC flexível) em muitas Targa 1968; vidro rígido apareceu progressivamente |
| Estrutura Targa | Arco de segurança em aço inox polido; painel de teto removível |
| Dimensões (C × L × A) | 4.163 × 1.610 × 1.320 mm |
| Entre-eixos | 2.211 mm (SWB) |
| Massa | ~1.080–1.085 kg (curb) |
Desempenho
| 0–100 km/h | ≈8,7–9,0 s medidas de 0–60 mph de ~8,3 s em fontes de época equivalem a ~8,7–8,9 s no 0–100 |
|---|---|
| Velocidade máxima | ~209–210 km/h |
| Marcha final / câmbio | Manual 5M 901; opcional Sportomatic 4M |
Consumo, autonomia & capacidades
| Consumo combinado de fábrica | ~9,6 L/100 km (≈24,5 mpg US; ≈29,4 mpg Imp) |
|---|---|
| Tanque de combustível | ≈62 L (16,4 gal US); tanque de 100 L existia como opcional de competição |
| Autonomia teórica | ~640 km por tanque (62 L / 9,6 L·100 km) valor indicativo; varia por rotas, altitude e acerto de carburadores |
| Porta-malas | ~7–9 ft³ na dianteira (medidas de referência) |
Preço histórico & valuation atual
| Preço zero-km (EUA, jan/1968) | US$ 5.650 (911 L Targa, tabela Porsche of America) lista Observa-se em algumas fontes genéricas um “MSRP original” de até US$ 6.590 para 911 Targa 1968 (não necessariamente L), refletindo variações por destino/POE e opcionais. |
|---|---|
| Preço zero-km (Alemanha, 1968) | 22.380 DM (911 L Targa; Coupé 20.980 DM) |
| Mercado de clássicos (2023–2025) | Faixa observada para 911 L Targa em bom estado: ~US$ 80 mil a US$ 130 mil (com exemplares excepcionais superando isso). Leilões e pedidas pedem dispersão maior (casos de US$ 50k a >US$ 200k, conforme originalidade, matching numbers e restauração). |
Dados de preço são sensíveis a estado, histórico, originalidade (matching numbers), documentação e especificação regional.
Tabela técnica consolidada
| Ano/modelo | 1968 — Porsche 911 Targa L 2.0 (F-model, SWB) |
|---|---|
| Código / Série | “F-Serie” (primeira geração), chassi curto |
| Motor | 6 opostos 2.0 (1.991 cm³), ~130 cv / ~174 Nm, carburado |
| Transmissão | Manual 5M tipo 901; opcional Sportomatic 4M |
| Tração | Traseira |
| Freios | Discos nas 4 rodas; dual-circuit a partir de 1968 |
| Direção | Cremalheira |
| Dimensões | 4.163 × 1.610 × 1.320 mm; entre-eixos 2.211 mm |
| Peso | ~1.080–1.085 kg |
| Cd | ≈0,38 |
| Consumo | ~9,6 L/100 km (fábrica) |
| Tanque | 62 L (ref. padrão); opcional 100 L em aplicações esportivas |
| Autonomia | ~640 km (teórica) |
| Vmax | ~209–210 km/h |
| 0–100 km/h | ~8,7–9,0 s |
| Preço 0 km em 1968 | US$ 5.650 (tabela USA, jan/68); 22.380 DM (Targa, Alemanha) |
| Valor de mercado atual | ~US$ 80–130 mil (faixa típica); picos acima de US$ 200 mil em unidades de alto pedigree |
Meta descrição (SEO)
Use em <meta name=”description”>:
Porsche 911 Targa L 2.0 (1968): ficha técnica completa — boxer 2.0 130 cv, 0–100 em ~8,8 s, Vmax ~210 km/h, Cd≈0,38, SWB, consumo ~9,6 L/100 km, autonomia ~640 km, preços originais (EUA/DM) e valuation atual do mercado clássico. JK Porsche.
Observações
Alguns itens variam por mercado (EUA/Europa), mês de produção e opcionais. Para catálogo comercial, recomenda-se amarrar o conteúdo ao número do chassi (VIN/Kardex) do exemplar anunciado.
Lista Completa de equipamentos de segurança e conforto do Porsche 911 Targa L 2.0 ano 1968

Porsche 911 Targa L 2.0 • 1968 Matriz de Equipamentos
Inventário executivo de segurança & conforto — pronto para publicação, SEO-first e conversão em funil orgânico.
Contexto de produto
O 911 Targa L 2.0 (MY 1968) une a carroceria “safety cabriolet” com arco estruturado e teto removível à mecânica 2.0 de 130 cv. Em 1968, a linha recebeu reforço de segurança como sistema de freios dual-circuit com quatro discos e a direção “safety steering”, além de ergonomia otimizada (comandos na coluna, cinco instrumentos no campo de visão, ventilação independente da calefação) e a modularidade Targa (quatro configurações de teto/janela). Base 1968
Itens variam por mercado/produção e opcionais de época. Para anúncio, vincular ao Kardex/VIN do exemplar.
Segurança — Itens de série (baseline 1968)
| Estrutura Targa | Arco de segurança em aço inox polido, integrado à carroceria, concebido como “safety cabriolet”. |
|---|---|
| Freios | Sistema de freios em duplo circuito atuando em quatro discos (variação ventilado/sólido conforme versão/mercado). |
| Direção | “Safety steering” (conceito de segurança para a coluna) e cremalheira/pinhão para precisão de comando. |
| Iluminação & sinalização | Faróis principais com comutação no manete da coluna, indicadores de direção e hazard (por mercado), luzes traseiras com refletores. |
| Lavadores & limpadores | Lava-para-brisa com limpadores de 3 estágios, acionamento sem tirar as mãos do volante. |
| Vidros & visibilidade | Para-brisa laminado; desembaçador por dutos; retrovisor externo ampliado em 1968 (por mercado). |
| Cintos de segurança | Pontos de fixação preparados; cintos dianteiros instalados de fábrica/ dealer (2 pontos ou 3 pontos, conforme legislação local e pedido do cliente). |
| Assentos | Bancos dianteiros de concha baixa (low-mounted) com apoio lateral, regulagens e travamento; encostos traseiros rebatíveis. |
| Instrumentação | Conjunto de cinco instrumentos (tacômetro central), leitura antirreflexo, iluminação dedicada. |
| Pneus & estepe | Rodas 15″ e estepe alojado no porta-malas dianteiro sobre o tanque, com cintas/organizadores. |
Segurança — Opcionais e instalações de concessionária (1968)
| Cintos de 3 pontos | Kits de 3 pontos (sem retrator) disponíveis; fornecimentos variam por mercado (instalação em concessionária é comum na época). |
|---|---|
| Encostos de cabeça | Disponíveis para bancos dianteiros (por encomenda/mercado). |
| Faróis de neblina | Conjuntos auxiliares frontais (montagem dealer/fábrica conforme pedido). |
| Vidro traseiro rígido | Transição progressiva do soft-window para vidro fixo a partir do segundo semestre de 1968 em vários mercados. |
| Vidro com aquecimento | Para Targa com vidro traseiro rígido, resistência de desembaçamento disponível (por mercado). |
A disponibilidade de opcionais varia por país; itens acima representam práticas documentadas em 1968.
Conforto & Conveniência — Itens de série (baseline 1968)
| Arquitetura Targa — 4 modos | Teto posto/janela fechada; teto posto/janela aberta; teto removido/janela fechada; teto removido/janela aberta — gerindo vento/ruído e insolação. |
|---|---|
| Ventilação | Sistema de ventilação independente da calefação com fluxo regulável e saídas dedicadas. |
| Ergonomia de comandos | Dois comutadores na coluna (setas, farol, lavador/limpador) com operação sem tirar as mãos do volante. |
| Porta-malas dianteiro | Baú generoso no cofre dianteiro, com estepe sob o revestimento. |
| Assentos | Bancos reclináveis com múltiplas regulagens, desenho anatômico e apoio lateral. |
| Acabamento | Interior em veludo/tecidos e painéis de alta qualidade típicos do 911 L; ruído/vento mitigados nas configurações fechadas. |
| Armazenagem interna | Encostos traseiros rebatíveis para ampliar o espaço de bagagem. |
| Painel de instrumentos | Cinco mostradores de fácil leitura e iluminação; taquímetro em posição nobre. |
| Áudio (pré-disposição) | Fiação/console preparados para rádios de época (instalação pelo dealer era prática comum). |
Conforto & Conveniência — Opcionais comuns (1968)
| Rádio & alto-falantes | Blaupunkt/Sapphire e congêneres com antena — catálogo dealer. |
|---|---|
| Assentos esportivos | Bancos de concha (tipo sport) com maior contenção lateral (sob consulta). |
| Rodas | Fuchs 15″ (larguras variadas) ofertadas para versões acima da base; no 911 L, presença como opcional/upgrade de época. |
| Vidros tonalizados | Conjunto de vidros verdes (tinted) disponível por encomenda. |
| Aquecedor adicional | Sistemas auxiliares de calefação eram ofertados em alguns mercados frios (instalação dealer). |
Os opcionais acima refletem padrões de catálogo e práticas de concessionárias em 1968; confirmar sempre na documentação do carro anunciado.
Checklist rápido (SEO & conteúdo)
Governança de dados & observações
- Variação por mercado: Itens como cintos (2p vs 3p), faróis de neblina e vidro traseiro rígido vs. soft-window dependem de país e data de produção.
- Freios: Toda a gama 1968 adota circuito duplo; a execução dos discos (sólidos/ventilados) no 911 L varia em fontes e por especificação.
- Conferência documental: vincular anúncio ao Kardex/COA e placa de identificação para validar pacote real do exemplar.
Conteúdo curado a partir de brochuras e portais técnicos de referência; ver fontes no rodapé.
Catálogo de Cores e acabamento externo e interno do Porsche 911 Targa L 2.0 ano 1968

Porsche 911 Targa L 2.0 • 1968 Catálogo de Cores & Acabamentos
Guia cromático orientado a autenticidade, com governança visual para restauração, curadoria e M&A de clássicos.
Scope & compliance
As paletas abaixo são indicativas para o model year 1968 e refletem práticas de fábrica e concessionária da época. Códigos e disponibilidade variam por mercado (EUA/Europa), data de produção e pedido do cliente. Para certificação de autenticidade em anúncio, correlacione com Kardex/COA e plaqueta de tinta (paint code).
Cores reproduzidas digitalmente com aproximações hex para web; variações ocorrem por lote, envelhecimento e iluminação.
Cores externas — Sólidas (1968)
| Cor | Hex (aprox.) | Observações |
|---|---|---|
| Irish Green | #1B4D2B | Ícone dos anos 60; combina com interiores preto, bege ou pepita. |
| Polo Red | #B00024 | Vermelho clássico; forte contraste com arco Targa inox. |
| Light Ivory | #F2EBD5 | Elegante e perene; evidencia frisos e rodas em tom escuro. |
| Slate Grey | #6B6E6E | Tom sisudo & técnico; casa bem com interior vermelho ou pepita. |
| Ossi Blue | #0E3A5B | Azul profundo de época; boa leitura com cromados. |
| Sand Beige | #C3A27B | Paleta quente; combinações clássicas com interior marrom/bege. |
| Bahama Yellow | #D29F13 | Amarelo mostarda icônico; presença forte em fotos e vitrine. |
| Gulf Blue | #6CA7C1 | Azul claro vintage; look “period-correct”. |
| Burgundy Red | #6B0D18 | Vinho profundo; conversa bem com Slate Grey/Light Ivory por dentro. |
Outras sólidas menos frequentes existiram por pedido especial (paint to sample), caso a caso.
Cores externas — Metálicas & especiais (disponibilidade limitada em 1968)
| Cor | Hex (aprox.) | Observações |
|---|---|---|
| Blue Metallic (época) | #4F6B6F | Metálico de baixo brilho; validação por Kardex recomendada. |
| Silver Metallic (época) | #7A7E82 | Prata tradicional; visual técnico com Fuchs pretas/prata. |
Metálicas em 1968 aparecem com menor recorrência; cruzar sempre com documentação.
Acabamentos externos complementares
| Elemento | Acabamento | Observações |
|---|---|---|
| Arco Targa | Inox polido | Identidade visual do Targa (padrão 1968). |
| Teto Targa | Vinil preto (grão fino) | Removível; peça crítica de conservação. |
| Janela traseira | Soft-window PVC transparente | Muitas unidades 1968; vidro fixo gradualmente disponível. |
| Frisos/maçanetas | Cromados | Tratamento clássico dos anos 60. |
| Rodas | Fuchs bicolor (preto/anodizado) ou aço 15″ | Mix varia por versão/opcional; calotas para rodas de aço. |
Acabamentos internos — Materiais & tons
| Material | Tonalidade (hex aprox.) | Aplicação |
|---|---|---|
| Couro/Courvin — Preto | #111111 | Bancos, laterais, painel; o mais comum e “period-correct”. |
| Couro/Courvin — Marrom | #5B3A29 | Look clássico com Sand Beige, Irish Green e Bahama Yellow. |
| Couro/Courvin — Bege | #C6B89E | Clássico claro; atenção a manutenção/escurecimento por uso. |
| Tecidos — Pepita (houndstooth) | #EDEDED/#1A1A1A | Padronagem icônica (miolo de banco); muito valorizada. |
| Couro — Vermelho (limitado) | #7A2B2B | Aplicações pontuais; combinação “show car” com Slate Grey/Ivory. |
| Carpete | #2B2B2B | Tramas escuras; variações por fornecedor/mercado. |
| Painel & topo de portas | #0F0F0F | Texturas de grão fino; brilho baixo para anti-reflexo. |
Recaro sport seats e encostos de cabeça aparecem como opcionais/mercado; verificar documentação.
Matriz de combinação — Exterior × Interior (curadoria 1968)
| Exterior | Interiores recomendados | Observações de vitrine |
|---|---|---|
| Irish Green | Preto • Pepita • Marrom | Verde + pepita = “DNA clássico” muito buscado. |
| Polo Red | Preto • Pepita • Bege | Forte apelo em fotos; Fuchs bicolor elevam percepção premium. |
| Light Ivory | Preto • Vermelho • Pepita | Contraste “revista” com arco inox e frisos cromados. |
| Slate Grey | Vermelho • Pepita • Preto | Combo Steve-era; visual técnico e colecionável. |
| Bahama Yellow | Marrom • Preto • Pepita | Tom quente; iluminação de estúdio favorece. |
| Ossi Blue | Preto • Pepita • Bege | Azul profundo; cromados ganham protagonismo. |
| Gulf Blue | Preto • Pepita | Leve e esportivo; comunicação visual fácil em thumbnail. |
| Sand Beige | Marrom • Preto | Look GT de estrada; contraste com inox harmonioso. |
| Burgundy Red | Bege • Pepita • Preto | Luxo de época; atenção ao equilíbrio com rodas escuras. |
Restauração & curadoria — pontos de controle
- Grão do vinil do teto: observar padrão correto de textura e brilho baixo.
- Arco Targa: inox polido uniforme; não pintar. Micro riscos são comuns, polimento técnico corrige.
- Soft-window: transparência e costuras corretas; zíper funcional agrega valor.
- Pepita: padronagem e escala autênticas; muita peça “similar” no mercado.
- Rodas: Fuchs com anodização/satin corretos; para rodas de aço, calotas e pintura period-correct.
Para matching numbers de cor, priorize fotos de plaqueta e Kardex/COA no anúncio.
