Tudo sobre o Porsche 911 Targa S 2.0 160 cv 1968: histórico, especificações técnicas, manutenção, autenticidade, desempenho, consumo e faixas de preço no Porsche Brasil. Conteúdo técnico para mecânicos, engenheiros e compradores de Porsche antigo.

Porsche Antigo ao Porsche atual – Natália Svetlana – Colunista JK Porsche

Porsche 911 Targa S 2.0 (1968): ficha técnica, preço e mercado
Editorial técnico para mecânicos, engenheiros e compradores — base histórica do modelo 1968, com foco em engenharia, autenticidade e viabilidade de aquisição no Brasil.
Visão geral & contexto 1968
Lançado como derivação do 911 S, o 911 Targa S 2.0 (1968) une o motor boxer seis cilindros de alto giro à carroceria Targa — arco de segurança e painéis removíveis — atendendo a exigências de segurança da época sem abrir mão da dinâmica que definia o 911. O “S” agrega taxa de compressão elevada, comandos mais agressivos e carburadores específicos, entregando resposta imediata e potência superior aos 911 “Normal” e “L”.
Na transição 1967→1968, o modelo incorpora sistema de freios com circuito duplo, discos ventilados nas quatro rodas e calibração de suspensão voltada para estabilidade em alta, preservando o caráter leve e arisco dos primeiros 911.
Arquitetura do trem de força
- Motor: 2.0 boxer 6 ar arrefecido a ar, ~1991 cm³, codificação da família 901 (S), cabeçotes de fluxo elevado
- Alimentação: carburadores duplos Weber 40 IDS (aplicação “S”), calibrados para alta vazão
- Taxa de compressão: ~9,8:1
- Potência: 160 cv DIN a ~6.600 rpm
- Torque: ~179 Nm a ~5.200 rpm
- Câmbio: manual 5 marchas tipo 901; relações curtas voltadas a manutenção de faixa de potência
- Tração: traseira (RR), diferencial com ajuste esportivo
Chassi, suspensão e freios
- Estrutura: monobloco em aço, reforços no arco Targa
- Suspensão dianteira: McPherson com barra estabilizadora
- Suspensão traseira: semi-trailing arms com barras de torção
- Freios: discos ventilados nas quatro rodas; duplo circuito (MY68)
- Direção: cremalheira, relação direta
- Rodas/Pneus (S): Fuchs 15” forjadas; pneus 165 HR 15 (especificação de época)
Dimensões & massa
| Comprimento | ~4.163 mm |
|---|---|
| Largura | ~1.610 mm |
| Altura | ~1.320 mm |
| Entre-eixos | ~2.211 mm (pré-1969) |
| Peso em ordem de marcha | ~1.070–1.100 kg (configuração Targa S) |
| Tanque de combustível | ~62 L |
Autenticidade & originalidade
Para colecionador de Porsche antigo, a diligência inclui:
- Matching numbers: conferência de numeração do motor e do câmbio compatível com 1968 e versão S
- Componentes “S”: rodas Fuchs forjadas, carburadores 40 IDS, regulagens de suspensão e freios
- Elementos Targa: arco de aço original, vedação e encaixes de painéis removíveis (soft-window vs. vidro fixo)
- Interior: instrumentos com conta-giros a 7.300 rpm, volante e bancos corretos da época
- Documentação: histórico de manutenção, fotos de restauração e notas fiscais
Manutenção técnica (visão de oficina)
- Carburadores: equalização e giclês corretos evitam mistura pobre em alta
- Lubrificação: rotina de troca e inspeção de vedadores para conter exsudação típica de boxer ar
- Arrefecimento por ar: checagem de dutos/defletores e limpeza do radiador de óleo
- Freios: revisão de pinças, mangueiras e proporcionamento; fluido de alta temperatura
- Geometria: cáster/camber/toe alinhados à especificação “S” preservam estabilidade
Preço, mercado & liquidez — Porsche Brasil
Preço zero-km em 1968 (EUA, estim.): ~US$ 7.500–7.900 para o 911 S; a configuração Targa variava conforme opcionais. Em valores corrigidos (CPI), isso equivale a ~US$ 65–70 mil atuais (estimativas macroeconômicas).
Faixas de mercado (2025, estimativas):
| Condição | Descrição | Faixa estimada (BRL) |
|---|---|---|
| Driver-quality | bom estado, correções ao longo dos anos | R$ 1,2–1,6 milhão |
| Excelente/concours | restauração de alto padrão, matching numbers | R$ 1,7–2,5 milhões |
| Referência rara | histórico esportivo/documental excepcional | R$ 2,6+ milhões |
Observações: valores variam por autenticidade, documentação, qualidade de restauração e demanda internacional. A liquidez no Porsche Brasil é boa para exemplares corretos, com prazos de venda tipicamente mais curtos em veículos com histórico sólido e configuração “S”.
Resumo executivo (para decisão)
• Tese de valor: o 911 Targa S 2.0 (1968) combina ícone de engenharia com raridade relativa, sustentando demanda no mercado de Porsche antigo.
• Risco técnico: ajuste fino de carburadores e estanqueidade do boxer ar exigem oficina especializada.
• North-stars de compra: matching numbers, componentes “S” corretos, documentação e fotos de restauração.
• Saída (exit/liquidez): alta quando exemplar é “turn-key” e com autenticidade comprovada.
Como funciona o sistema de lubrificação e filtragem do 2.0 “S” ano 1968

O seis-cilindros boxer de 2,0 L do Porsche 911 utiliza um sistema de cárter seco (dry-sump). Em vez de armazenar o óleo no bloco, o óleo fica em um tanque dedicado no compartimento traseiro (lateral direita), o que garante lubrificação estável em alta rotação e em curvas longas, exatamente o ambiente de uso para o qual um Porsche antigo foi concebido.
Arquitetura em dois estágios (pressão e retorno)
• Estágio de pressão: o óleo sai do tanque, é sugado pela seção de pressão da bomba e passa por um filtro de fluxo total antes de alimentar a galeria principal;
• Distribuição: a partir da galeria, o óleo atende mancais do virabrequim, bronzinas de bielas, árvores de comando e balancins; o excedente retorna por gravidade aos alojamentos;
• Estágio de retorno (scavenge): o óleo que decanta no cárter é varrido por uma segunda seção da bomba e enviado de volta ao tanque, passando pelo resfriador de óleo do motor (tipo empilhado/placas) para controle térmico.
Essa separação entre “pressão” e “escavenger” evita espumamento/aeração em uso severo e mantém pressão estável em regimes acima de 6.000 rpm, uma assinatura de projeto do Porsche 911.
Controle térmico e válvulas

• Termostato interno/bypass: direciona mais fluxo ao resfriador quando o óleo atinge ~80–90 °C, acelerando a estabilização térmica;
• Válvula de alívio de pressão: limita picos quando o óleo está frio/viscoso. Como métrica prática de oficina, a regra “~1 bar por 1.000 rpm” é um bom sanity check com o motor quente;
• Temperatura de operação: 90–110 °C no óleo em regime; acima disso, investigar mistura/avanço, restrições de resfriamento ou viscosidade inadequada.
Filtragem: cartucho principal + telas de proteção
• Filtro principal (fluxo total): cartucho substituível (padrões Knecht/Mahle de época) montado no compartimento do motor. Todo o óleo que segue para a galeria passa por ele, protegendo bronzinas e comandos;
• Telas/peneiras (strainers): há telas no cárter e no sistema de retorno para reter partículas grandes antes de alcançarem a bomba. Em revisões, a inspeção dessas telas é um KPI de saúde do conjunto (limalhas, resíduos de juntas, etc.);
• Sentido de passagem: atenção ao O-ring e à posição do cartucho — montagem invertida ou vedação cansada induzem bypass e queda de eficiência filtrante.
Capacidade, fluido e especificação de serviço

• Capacidade total: cerca de 9–10 litros (tanque + linhas + motor), variando conforme drenagem;
• Grau de óleo: para clima e combustível do Porsche Brasil, uma base mineral/semi 20W-50 com aditivo ZDDP (proteção de came/balancim) funciona como baseline conservador para um Porsche antigo; combos mais finos em frio podem ser avaliados em uso de montanha/clima frio;
• Trocas: a cada 12 meses ou ~5.000 km (o que ocorrer primeiro), sempre com limpeza das telas e troca do filtro. Em motores recém-montados, executar trocas precoces (ex.: 500–1.000 km) para remoção de resíduos de assentamento;
• Aperto e vedação: torque moderado em tampas e cárter; arruelas de vedação novas evitam exsudação típica do boxer arrefecido a ar.
Procedimentos críticos de oficina
• Medição de nível: em cárter seco não se mede como num carro comum. O protocolo é motor quente, em marcha lenta, carro nivelado; usar a vareta do tanque. Excesso de óleo resulta em espuma e “cusparadas” pela ventilação;
• Sangria/priming: após rebuild ou longos períodos parado, primar o circuito para evitar partida a seco;
• Inspeção do resfriador: vazamentos internos podem cruzar óleo/combustível; limpezas químicas e prova de pressão previnem surpresas;
• Conferência de pressão: manômetro confiável na linha e leitura cruzada no painel; quedas de pressão em quente indicam desde folgas internas até válvula de alívio presa aberta.
Falhas típicas e diagnóstico rápido
• Óleo espumando: excesso de nível, ar sendo puxado na linha de sucção, ou retorno restrito;
• Pressão baixa em quente: folga elevada em mancais, óleo muito fino, válvula de alívio/bypass travada, ou filtro colapsado;
• Temperatura alta persistente: mistura pobre/avanço adiantado, resfriador obstruído, dutos de arrefecimento sujos, termostato inoperante;
• Contaminação do óleo: combustível por afogamento/carburação rica, poeira por filtro de ar inadequado, ou cavitação.
Boas práticas para preservação de valor (colecionável)

• Matching numbers + historização: notas de troca de óleo, filtros e telas fotografadas em cada revisão agregam valor documental a um Porsche antigo;
• Análises laboratoriais: espectrometria (metais de desgaste) a cada 10–15 mil km ajuda a prever intervenções (bronzinamento, came/balancins);
• Upgrades reversíveis: mangueiras com especificação moderna, braçadeiras corretas e resfriador adicional em paralela (quando a dirigibilidade exigir) podem ser adotados sem descaracterizar o conjunto, preservando a originalidade no olhar do colecionador do Porsche 911.
Checklist de revisão (resumo operacional)
• Trocar óleo/filtro e limpar ambas as telas;
• Checar pressão em frio/quente e confirmar “1 bar/1.000 rpm” como baseline;
• Testar termostato e integridade do resfriador (vazão/estanqueidade);
• Verificar vedações de linhas e tampas; corrigir exsudação;
• Conferir carbonização em respiros e ventilação do cárter;
• Registrar fotos/medições (pressão/temperatura) no dossiê do carro, prática valorizada no mercado do Porsche Brasil.
Ficha técnica completa do Porsche 911 Targa S 2.0 (1968)
Porsche 911 Targa S 2.0 ano 1968, ficha técnica completa com dados de motor, chassi, aerodinâmica, consumo e autonomia, mais estimativas de manutenção, seguro e comportamento de valor no mercado brasileiro de Porsche antigo.

Porsche 911 Targa S 2.0 — Ano 1968 — Ficha Técnica Profissional
Linguagem técnica orientada a oficina/engenharia e consumidores informados. Modelo clássico (“Porsche antigo”) com foco de mercado no Brasil.
Motor e Transmissão
| Configuração | Boxer 6 cilindros opostos, arrefecido a ar |
|---|---|
| Código de família | Série 901 (versão S) |
| Cilindrada | ~1.991 cm³ |
| Alimentação | Carburadores duplos Weber 40 IDS (especificação S) |
| Taxa de compressão | ~9,8:1 |
| Potência máxima | 160 cv DIN @ ~6.600 rpm |
| Torque máximo | ~179 Nm @ ~5.200 rpm |
| Lubrificação | Cárter seco com radiador de óleo |
| Câmbio | Manual 5 marchas tipo 901 (relações curtas esportivas) |
| Tração | Traseira (RR); diferencial com ajuste esportivo |
Chassi, Suspensão e Freios
| Estrutura | Monobloco em aço com arco Targa de segurança |
|---|---|
| Suspensão dianteira | McPherson; barra estabilizadora |
| Suspensão traseira | Braços semi-arrastados; barras de torção |
| Freios | Discos ventilados nas quatro rodas; circuito duplo (MY68) |
| Direção | Cremalheira, relação direta |
| Rodas/Pneus (época) | Fuchs forjadas 15” | Pneus 165 HR 15 |
Dimensões e Capacidades
| Comprimento | ~4.163 mm |
|---|---|
| Largura | ~1.610 mm |
| Altura | ~1.320 mm |
| Entre-eixos | ~2.211 mm (pré-1969) |
| Peso (ordem de marcha) | ~1.070–1.100 kg (Targa S) |
| Tanque de combustível | ~62 L |
| Porta-malas | Compacto, à frente; estepe no cofre |
Carroceria & Aerodinâmica
| Tipo | Targa (painel central removível; arco fixo em aço) |
|---|---|
| Materiais | Aço estampado; painéis e acabamentos de época |
| Coeficiente de arrasto (Cd) | ~0,39 (estimativa para 911 de 2,0 L da geração) |
| Área frontal | ~1,8–1,9 m² |
| Downforce | Neutro a levemente positivo em alta (sem aerofólios) |
| Rigidez | Reforços no arco Targa para compensar o teto removível |
Consumo & Autonomia
Valores históricos variam por calibragem, altitude e combustível local. Em uso realista, considera-se:
| Ciclo combinado (estim.) | ~8,0 km/L |
|---|---|
| Autonomia combinada | ~480–510 km por tanque (~62 L) |
| Observações | Ajuste fino de carburação e sincronismo de ignição impactam diretamente a eficiência. |
Autenticidade (due diligence para colecionador)
- Matching numbers (motor/câmbio compatíveis com 1968 e versão S)
- Carburadores Weber 40 IDS, rodas Fuchs 15” e instrumentação corretas
- Arco Targa, encaixes e vedações originais (soft-window vs. vidro fixo)
- Histórico documental, fotos de restauração, notas de serviços
Manutenção (visão de oficina)
- Carburação: equalização de corpos e giclês evita mistura pobre em alta
- Lubrificação: inspeção de vedadores; radiador de óleo limpo e sem obstrução
- Freios: revisão de pinças, flexíveis e proporcionamento; fluido DOT de alta temperatura
- Geometria: cáster/camber/toe alinhados ao setup “S” preservam estabilidade
Custos Operacionais — Contexto Brasil (2025, estimativas)
| “Garantia de fábrica” (época) | Veículo de 1968; garantias originais expiradas há décadas. No comércio especializado atual, é comum garantia contratual de 90 dias para motor/câmbio conforme prática de mercado. |
|---|---|
| Revisão preventiva anual | R$ 6.000–R$ 12.000 (fluídos, regulagens, sincronização de carburação, freios, correias, vedações pontuais) |
| Revisão maior (a cada 3–4 anos) | R$ 12.000–R$ 25.000 (pinças, mangueiras de freio, juntas, embreagem conforme desgaste; calibração avançada) |
| Intervenções extraordinárias | R$ 25.000–R$ 60.000+ (top-end do boxer, usinagem, restauração de componentes) |
| Seguro clássico/colecionador | R$ 8.000–R$ 20.000/ano (perfil e apólice especializada; uso restrito/garagem coberta) |
| Franquia (dedutível) | Geralmente percentual do valor segurado; referência: 4%–6% do V.S. (ou pisos de R$ 10.000–R$ 25.000), conforme apólice |
Valores são referenciais para veículos clássicos bem mantidos no Brasil e variam por estado, seguradora e qualidade da restauração. Recomenda-se orçamento formal antes da compra.
Comportamento de Valor — Pós-“Garantia”
O conceito de “desvalorização pós-garantia” aplica-se a seminovos. Para Porsche antigo de coleção (1968), a dinâmica é distinta:
| Driver-quality | Oscilação típica ±5% a ±10%/ano conforme dólar e demanda internacional |
|---|---|
| Excelente/concours | Tendência de manutenção ou valorização; oscilações 0% a +8%/ano em exemplares corretos e documentados |
| Após serviços relevantes | Restaurações de alto nível podem destravar prêmios de preço, desde que documentadas |
Em síntese: não há “queda pós-garantia” como em seminovos; há sensibilidade a autenticidade, documentação, qualidade de restauração e câmbio.
Vídeo: O 911 Targa S 2.0 de 160 cv, ano 1968, marca a virada de chave elétrica na família Porsche
Lista completa de equipamentos de segurança e conforto do Porsche 911 Targa S 2.0 ano 1968

Lista de equipamentos — Porsche 911 Targa S 2.0 (160 cv) · 1968
Inventário técnico para engenharia, oficina e comprador informado. Itens de série e opcionais de época podem variar por mercado (Europa/EUA), lote e configuração Targa soft-window vs Targa com vidro traseiro fixo.
Segurança ativa e passiva
- Freios a disco ventilados nas quatro rodas
- Sistema de freios com duplo circuito hidráulico (MY68)
- Luz de advertência de falha no circuito de freio (aplicação por mercado)
- Coluna de direção com elementos de absorção de energia
- Para-brisa laminado (alguns mercados com faixa degradê)
- Cintos dianteiros (abdominais ou 3 pontos estáticos, conforme legislação local)
- Apoios de cabeça (disponibilidade por mercado/opcionalidade de época)
- Pisca-alerta/luzes de emergência (introdução regulatória no período)
- Sistema elétrico 12 V com fusíveis por circuito e relés dedicados
- Faróis principais com regulagem (H1/H4 Europa; sealed beam EUA)
- Faróis de neblina dianteiros (opcional de fábrica)
- Lanternas/reflectores laterais (side markers em especificação EUA 1968)
- Retrovisor externo lado do motorista (passageiro opcional)
- Desembaçador do vidro traseiro (nas versões com vidro fixo; opcional/local)
- Trava de ignição com travamento de volante (conforme mercado)
- Pneus radiais 165 HR 15 com rodas forjadas Fuchs
- Macaco e kit de ferramentas de bordo
Conforto, conveniência e ergonomia
- Teto Targa com arco de aço e painel central removível
- Traseira soft-window (zíper) ou vidro fixo (introduzido no ano)
- Ventilação forçada com difusores direcionais
- Aquecimento por trocadores de calor nos coletores (dutos com controle no assoalho)
- Ventilador elétrico auxiliar de ar fresco (por mercado)
- Vidros laterais com acionamento manual
- Para-sol com espelho no lado do passageiro (aplicação de época)
- Estofamento em leatherette de série; couro natural opcional
- Bancos dianteiros com ajuste longitudinal e de encosto; assentos esportivos (Recaro) opcionais
- Instrumentação VDO: conta-giros “S”, velocímetro, pressão/temperatura de óleo, combustível, relógio
- Volante esportivo de três raios
- Iluminação de cortesia interna e no porta-luvas
- Iluminação do porta-malas dianteiro
- Tomada/isqueiro 12 V
- Rádio de época (Blaupunkt/Becker) com antena manual; alto-falante dianteiro
- Acabamentos: tapetes, revestimentos de porta e padrões originais MY68
- Porta-objetos/bolsos nas portas e porta-luvas com tampa
- Limpador de para-brisa de 2 velocidades com lavador
- Desembaçador do para-brisa (dutos direcionais)
- Aquecedor auxiliar a combustível (Webasto/Eberspächer) — opcional por mercado
Itens externos e de acabamento
- Rodas forjadas Fuchs 15” (talas e acabamentos de época)
- Emblemas e inscrições “911 S” específicos
- Frisos e molduras cromadas (parachoques, janelas, calhas)
- Buzinas duplas
- Grade de capô traseiro com acabamento de época
- Ponteiras de escape cromadas (configuração S)
- Capas de soleira e detalhes internos conforme padrão MY68
Observações de configuração/mercado
- Cintos de 3 pontos mais comuns na Europa no fim dos anos 60; nos EUA/BR eram frequentes abdominais ou kits dealer
- Soft-window e vidro fixo coexistem em 1968; escolha impacta autenticidade e apetite do colecionador
- Ótica e side markers seguem legislações locais (EUA vs Europa)
- Assentos esportivos, rádio, faróis de neblina e aquecedor auxiliar eram opcionais de fábrica
Catálogo de cores e acabamento interno e externo do Porsche 911 Targa S 2.0 de 160 cv ano 1968

Catálogo de cores e acabamento — Porsche 911 Targa S 2.0 (1968)
Paleta indicativa com aproximação cromática para web. Disponibilidade varia por lote/mercado (Europa/EUA) e configuração Targa (soft-window vs vidro fixo).
Pinturas externas — Sólidas (indicativas)
Nota: Tangerine (laranja vivo) surge no período 1968/69 em algumas especificações; disponibilidade local pode variar.
Pinturas externas — Metálicas (indicativas)
Metálicas eram menos comuns e frequentemente sob encomenda; ver placa de identificação/Certificate of Authenticity para confirmação.
Acabamentos internos (estofamento e painéis)
Painéis com insertos “basketweave” e opção de assentos esportivos (Recaro) eram comuns nos 911 S; combinações variam por pedido.
Elementos Targa e exteriores
Configuração 1968: coexistência de soft-window (janela flexível com zíper) e vidro traseiro fixo; acabamento do arco é elemento crítico de originalidade.
Carpetes e painel
Alguns 911 S mantêm insertos de madeira no painel e volante; ver especificação de fábrica do chassi.
Notas de autenticidade
Para validação: conferir etiqueta/plaqueta de cor, registros de fábrica e certificado (matching numbers). As amostras acima são **aproximações para web** e servem como referência visual para curadoria e publicação no site.
Galeria de fotos Porsche 911 Targa S 2.0 de 160 cv ano 1968





