Porsche 911 T Coupé 2.0 6 Cilindros: O Segundo de Entrada Que Superou Expectativas e Tornou-se um Ícone Entre os Porsche Antigos

Descubra todos os detalhes técnicos, históricos e de mercado do Porsche 911 T Coupé 2.0 6 cilindros 110 cv, o 911 antigo que uniu acessibilidade e desempenho superior, superando o 912 e conquistando mecânicos, engenheiros e colecionadores apaixonados por Porsche antigo.

Porsche 911 T Coupé 2.0 6 Cilindros O Segundo de Entrada Que Superou Expectativas e Tornou-se um Ícone Entre os Porsche Antigos
Autor e Análise técnica baseada na experiência prática em oficina mecânica por Jairo Kleiser Formado em mecânica de automóveis na Escola Senai no ano de 1989

Last Updated on 22.01.2026 by

Descubra todos os detalhes técnicos, históricos e de mercado do Porsche 911 T Coupé 2.0 6 cilindros 110 cv, o 911 antigo que uniu acessibilidade e desempenho superior, superando o 912 e conquistando mecânicos, engenheiros e colecionadores apaixonados por Porsche antigo.

Porsche Antigo ao Porsche atual – Natália Svetlana – Colunista JK Porsche

A Nova Porta de Entrada à Linha 911 em 1968

Em 1968, o Porsche 911 T Coupé 2.0 6 cilindros surgiu como uma alternativa intermediária entre o popular Porsche 912 e os modelos mais potentes da família 911, como o 911 L e o 911 S.

Porsche 911 T Coupé 2.0 6 Cilindros O Segundo de Entrada Que Superou Expectativas e Tornou-se um Ícone Entre os Porsche Antigos
Porsche 911 T Coupé 2.0 6 Cilindros O Segundo de Entrada Que Superou Expectativas e Tornou-se um Ícone Entre os Porsche Antigos

Embora fosse apresentado como “segunda opção de entrada”, o 911 T representava um salto técnico significativo, entregando mais potência, torque e equilíbrio dinâmico, atributos que o tornaram uma das opções mais desejadas entre os Porsche antigos da década de 1960.

Evolução Mecânica: Da Simplicidade do 912 ao DNA Puro dos 911

Enquanto o Porsche 912 mantinha o motor 1.6 de quatro cilindros herdado do 356, o novo 911 T adotava o consagrado boxer de seis cilindros e 2.0 litros, configurado para entregar 110 cv a 5.800 rpm.

Apesar de sua calibragem mais conservadora em relação ao 911 L (130 cv) e ao 911 S (160 cv), o motor do 911 T garantia resposta linear, melhor equilíbrio de massas e maior refinamento de funcionamento — características que definiriam o comportamento dos 911 nas décadas seguintes.

Dados técnicos principais:
• Motor: 2.0L boxer, seis cilindros opostos, arrefecido a ar;
• Potência: 110 cv a 5.800 rpm;
• Torque: 17,3 kgfm a 4.200 rpm;
• Alimentação: carburadores Weber 40 IDT3C;
• Transmissão: manual de 5 marchas (Tipo 901);
• Peso: aproximadamente 1.030 kg;
• 0 a 100 km/h: 9,5 segundos;
• Velocidade máxima: 200 km/h.

Essa configuração conferia ao 911 T uma dirigibilidade mais fluida e previsível, especialmente em curvas, tornando-o o preferido entre pilotos amadores e técnicos que buscavam compreender a essência da engenharia Porsche da época.

Chassi, Suspensão e Dinâmica: Engenharia em Estado Puro

O 911 T manteve o mesmo monobloco leve e rígido que havia revolucionado a indústria automotiva em 1963.

A suspensão dianteira McPherson e a traseira semi-trailing arm, com barras de torção, ofereciam comportamento neutro e reações rápidas, características que, somadas à distribuição de peso traseira, proporcionavam uma condução instintiva e comunicativa, marca registrada dos 911 antigos.

O sistema de freios, com discos ventilados nas quatro rodas, foi ajustado para garantir estabilidade e resistência à fadiga, tornando o modelo não apenas uma opção acessível, mas também confiável e previsível nas pistas.

Estilo e Identidade Visual: O Clássico Equilíbrio dos Anos 60

Visualmente, o Porsche 911 T Coupé mantinha o design atemporal do 911, com linhas fluidas, faróis redondos embutidos e traseira curta.

No entanto, detalhes como as rodas de aço com calotas cromadas, o interior simplificado e os instrumentos centrais com fundo preto o diferenciavam dos modelos superiores.

Essas escolhas de design tornaram o 911 T um modelo elegante e funcional, preservando a pureza estética que define o 911 antigo até hoje, um equilíbrio perfeito entre minimalismo e desempenho técnico.

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Mercado Atual: Valorização e Interesse entre Colecionadores

Hoje, o Porsche 911 T Coupé 2.0 6 cilindros ocupa uma posição de destaque no mercado de clássicos.

Seu valor de mercado varia conforme o estado de conservação e originalidade, mas exemplares bem preservados ou restaurados podem ultrapassar US$ 150.000 (aproximadamente R$ 850 mil).

Para mecânicos, restauradores e engenheiros, o modelo oferece um campo de estudo técnico valioso, já que combina a simplicidade mecânica da primeira geração 911 com o refinamento de engenharia que viria a consolidar a Porsche como referência mundial em desempenho e confiabilidade.

Conclusão: O 911 T – Onde a Técnica e a Emoção se Encontram

Mais do que uma versão de entrada, o Porsche 911 T Coupé 2.0 6 cilindros 110 cv é uma lição de engenharia equilibrada.

Ele simboliza a transição da Porsche de fabricante artesanal para ícone de performance global, mantendo a essência mecânica, o som inconfundível e a alma esportiva que fizeram dos Porsche antigos verdadeiras lendas sobre rodas.

Entre colecionadores e especialistas, o 911 antigo é lembrado não apenas como um carro, mas como uma obra de engenharia viva, um testemunho da filosofia “menos é mais” que até hoje norteia a marca de Stuttgart.

Como a Porsche reduziu a potência do motor 2.0 boxer de 6 cilindros para criar o equilibrado 911 T Coupé de 110 cv

A decisão da Porsche de limitar a potência do motor 2.0 boxer de seis cilindros no 911 T Coupé a apenas 110 cv não foi um mero acaso, mas resultado de uma estratégia técnica e comercial cuidadosamente planejada.

O mesmo bloco de alumínio com cabeçotes opostos e duplo comando de válvulas a seco tinha potencial para ultrapassar facilmente os 200 cv, como provado nas versões mais esportivas e nas aplicações de competição.

Contudo, a engenharia de Stuttgart optou por uma calibração específica que priorizava suavidade de funcionamento, durabilidade e custo reduzido de produção.

Para atingir esse objetivo, a Porsche empregou carburadores Weber 40 IDT3C em vez dos mais agressivos Weber 40 IDS usados no 911 S.

Essa escolha reduzia a vazão de ar e combustível, suavizando a resposta em altas rotações. O comando de válvulas também foi redesenhado com menor elevação e duração, reduzindo o tempo de abertura das válvulas de admissão e escape, o que limitava o enchimento dos cilindros e, consequentemente, a potência final.

Essa medida mantinha o motor mais elástico e eficiente em regimes médios, tornando o 911 T mais dócil e previsível no uso diário.

A taxa de compressão também foi reduzida para cerca de 8,6:1, em comparação com os 9,8:1 do 911 S, diminuindo o risco de detonação e permitindo o uso de combustíveis de menor octanagem.

Além disso, o sistema de ignição e avanço do distribuidor foi ajustado para priorizar torque em baixa rotação, característica que tornava o carro mais amigável em trânsito urbano e trajetos sinuosos.

O resultado foi um motor de funcionamento suave, com ótimo equilíbrio térmico e menor desgaste mecânico, ideal para quem buscava o primeiro passo no universo dos seis cilindros da Porsche.

A engenharia alemã ainda se preocupou em manter o som característico e o comportamento vibracional equilibrado do boxer, elementos que garantiam identidade à marca mesmo na versão de entrada.

Assim, o 911 T não era apenas um 911 “despotenciado”, mas um modelo cuidadosamente ajustado para oferecer acessibilidade sem sacrificar a essência técnica da Porsche.

Essa abordagem fez do 911 T uma verdadeira aula de engenharia racional, onde cada cavalo a menos representava uma decisão consciente em prol da confiabilidade, do conforto e da pureza mecânica.

Vídeo: Como a Porsche extraiu desempenho surpreendente do motor 2.0 de 6 cilindros e 110 cv nos anos 1960

Ficha Técnica Completa – Porsche 911 T Coupé 2.0 6 Cilindros 110 cv ano 1968

Ficha técnica completa do Porsche 911 T Coupé 2.0 6 cilindros 110 cv de 1968, dados de desempenho, motor, chassi, consumo, aerodinâmica e preço histórico. Um dos Porsche antigos mais equilibrados e valorizados entre os 911 clássicos.

Identificação Geral
• Modelo: Porsche 911 T Coupé;
• Ano: 1968;
• Categoria: Esportivo clássico de entrada da linha 911;
• País de origem: Alemanha;
• Montadora: Dr. Ing. h.c. F. Porsche AG;
• Código interno: Série 901 (fase de transição para 911B).

Motor e Desempenho
• Tipo: Boxer (plano oposto) de 6 cilindros;
• Cilindrada total: 1.991 cm³;
• Diâmetro x curso: 80,0 mm x 66,0 mm;
• Alimentação: Carburadores Weber 40 IDT3C;
• Potência máxima: 110 cv a 5.800 rpm;
• Torque máximo: 17,3 kgfm a 4.200 rpm;
• Taxa de compressão: 8,6:1;
• Refrigeração: Ar, com ventilador axial e óleo pressurizado;
• Sistema de lubrificação: Cárter seco;
• Combustível: Gasolina;
• Rotação máxima segura: 6.600 rpm;
• Transmissão: Manual de 5 marchas (Tipo 901);
• Tração: Traseira (RR – Rear Engine, Rear Wheel Drive);
• Desempenho 0–100 km/h: 9,5 segundos;
• Velocidade máxima: 200 km/h.

Chassi e Estrutura
• Tipo de chassi: Monobloco em aço de alta rigidez torsional;
• Suspensão dianteira: Independente, McPherson, barras de torção e barra estabilizadora;
• Suspensão traseira: Independente, semi-trailing arms com barras de torção;
• Freios: Discos ventilados nas quatro rodas;
• Direção: Mecânica de pinhão e cremalheira;
• Diâmetro de giro: 10,8 m.

Carroceria e Dimensões
• Tipo de carroceria: Coupé 2+2;
• Estrutura: Aço prensado com capô e portas em alumínio;
• Comprimento: 4.163 mm;
• Largura: 1.610 mm;
• Altura: 1.320 mm;
• Entre-eixos: 2.211 mm;
• Peso em ordem de marcha: 1.030 kg;
• Capacidade do tanque de combustível: 62 litros;
• Porta-malas dianteiro: 130 litros;
• Cx (coeficiente aerodinâmico): 0,38;
• Área frontal: 1,85 m²;
• Downforce: Nulo em alta velocidade (design neutro, sem asas).

Rodas e Pneus
• Rodas: Aço estampado de 15” com calotas cromadas;
• Pneus originais: 165 HR15 Pirelli Cinturato;
• Estepe: Integral, com roda idêntica às principais;

Interior e Equipamentos
• Configuração: 2+2 lugares;
• Bancos: Revestimento em couro natural ou vinil;
• Painel: Instrumentação completa com conta-giros central;
• Volante: Três raios em madeira ou couro, diâmetro de 400 mm;
• Acabamento: Alumínio escovado e vinil preto no painel;
• Aquecimento interno: Ar quente derivado do sistema de escapamento;
• Ar-condicionado: Opcional (raro nos primeiros anos);
• Rádio: Blaupunkt AM/FM (opcional).

Desempenho e Consumo
• Consumo urbano médio: 7,5 km/l;
• Consumo rodoviário médio: 10,5 km/l;
• Autonomia total estimada: até 650 km com tanque cheio;
• Relação peso/potência: 9,36 kg/cv;
• Relação peso/torque: 59,5 kg/kgfm.

Aerodinâmica e Comportamento Dinâmico
• Coeficiente de arrasto (Cx): 0,38;
• Distribuição de peso: 42% dianteira / 58% traseira;
• Efeito aerodinâmico: Baixo sustentamento dianteiro e neutro na traseira;
• Estabilidade: Excelente em altas velocidades, com leve sobresterço previsível;
• Direcionamento: Resposta direta, sensível ao volante e progressiva.

Produção e Mercado
• Período de produção: 1968 a 1969;
• Total produzido (Coupé): Aproximadamente 6.000 unidades;
• Preço zero km em 1968 (Alemanha): 21.900 marcos alemães;
• Preço zero km em 1968 (EUA): US$ 6.095;
• Valor médio atual (mercado de carros antigos, 2025): Entre US$ 120.000 e US$ 180.000;
• Unidades em estado de concurso (concours condition): acima de US$ 200.000.

Resumo Técnico e Histórico
O Porsche 911 T Coupé 2.0 6 cilindros 110 cv de 1968 foi desenvolvido como porta de entrada para os clientes que desejavam a experiência completa de um 911, mas com comportamento mais suave e manutenção mais acessível.

Seu motor boxer de seis cilindros trazia o mesmo DNA técnico das versões esportivas, mas com calibração voltada ao equilíbrio e à confiabilidade.

Hoje, é um dos Porsche antigos mais procurados por colecionadores e restauradores, representando o ponto de partida da linhagem 911 moderna e símbolo da precisão mecânica de Stuttgart.

Lista Completa de Equipamentos de Segurança e Conforto: Porsche 911 T Coupé 2.0 6 Cilindros 110 cv an 1968

Segurança Ativa
• Sistema de freios a disco ventilado nas quatro rodas, com pinças em liga leve;
• Circuito duplo hidráulico independente (redundância de pressão);
• Suspensão dianteira McPherson e traseira independente, garantindo estabilidade em curvas;
• Distribuição de peso traseira com tração traseira para melhor aderência na saída de curvas;
• Direção mecânica de pinhão e cremalheira, com resposta direta e precisa;
• Pneu de perfil alto com boa absorção de irregularidades e comportamento previsível em piso molhado;
• Iluminação dianteira com faróis duplos circulares e refletores Cibié (mercado europeu);
• Lanternas traseiras com dupla câmara (freio e posição);
• Luzes de seta com visibilidade lateral ampliada;
• Para-choques dianteiro e traseiro com insertos de borracha de absorção leve de impacto;
• Lavadores e limpadores de para-brisa de duas velocidades;
• Espelho retrovisor interno antirreflexo ajustável manualmente;
• Espelho retrovisor externo com ajuste manual no lado esquerdo;
• Estrutura monobloco em aço de alta rigidez torsional e zonas de deformação progressiva.

Segurança Passiva
• Carroceria com célula de sobrevivência reforçada;
• Colunas A e B com reforço interno em aço;
• Volante de três raios com cubo deformável de segurança;
• Painel acolchoado para absorção de impactos;
• Cintos de segurança de dois pontos (opcionalmente de três pontos, conforme o mercado);
• Fechaduras de porta com trava dupla de segurança;
• Sistema elétrico protegido por fusíveis de sobrecarga;
• Buzina dupla de alta intensidade sonora;
• Triângulo de segurança e estepe completo no porta-malas dianteiro;
• Roda sobressalente funcional com macaco mecânico de alavanca.

Conforto e Conveniência
• Bancos dianteiros ajustáveis longitudinalmente e em inclinação de encosto;
• Revestimentos em couro natural ou vinil Leatherette (variações de catálogo);
• Aquecimento interno com dutos diretos do sistema de escapamento e controle manual de temperatura;
• Sistema de ventilação forçada com regulagem de intensidade;
• Painel de instrumentos completo com conta-giros centralizado, velocímetro, marcador de combustível, temperatura e pressão do óleo;
• Relógio analógico de precisão (VDO);
• Iluminação interna de cortesia;
• Porta-luvas com tampa rígida e travamento por botão;
• Vidros laterais dianteiros com acionamento manual por manivela;
• Para-sóis individuais com espelho do lado do passageiro;
• Tapetes em carpete com acabamento em borracha nas áreas de apoio;
• Forração interna em vinil preto e painéis de porta acolchoados;
• Volante esportivo em madeira ou couro, com aro largo e empunhadura anatômica;
• Sistema elétrico de 12 volts com alternador (em vez de dínamo nas gerações anteriores);
• Rádio AM/FM Blaupunkt opcional com alto-falante integrado no painel;
• Tomada de energia auxiliar no console central;
• Porta-malas dianteiro revestido em carpete com fixação para ferramentas originais Porsche.

Porsche 911 T Coupé 2.0 6 Cilindros O Segundo de Entrada Que Superou Expectativas e Tornou-se um Ícone Entre os Porsche Antigos
Porsche 911 T Coupé 2.0 6 Cilindros O Segundo de Entrada Que Superou Expectativas e Tornou-se um Ícone Entre os Porsche Antigos

Itens Opcionais de Época (catálogo 1968)
• Ar-condicionado de fábrica (raríssimo);
• Cintos de três pontos automáticos;
• Espelho retrovisor externo do lado direito;
• Rodas Fuchs de liga leve 15” (em substituição às de aço);
• Desembaçador elétrico do vidro traseiro;
• Vidros verdes tonalizados;
• Rádio Becker Europa estéreo;
• Volante esportivo de menor diâmetro;
• Bancos esportivos tipo “Recaro” com abas laterais.

Resumo Técnico e Funcional
O Porsche 911 T Coupé 2.0 6 cilindros 110 cv de 1968 apresentava um conjunto de segurança e conforto que refletia o equilíbrio entre engenharia esportiva e usabilidade diária.

Mesmo sendo a versão de entrada, oferecia recursos avançados para a época, como freios a disco nas quatro rodas, carroceria monobloco reforçada e ergonomia de cockpit voltada ao motorista.

Sua combinação de simplicidade mecânica e refinamento funcional o tornou um dos 911 antigos mais completos e agradáveis de conduzir, tanto em pista quanto em estrada.

Catálogo Completo de Cores e Acabamentos: Porsche 911 T Coupé 2.0 6 Cilindros 110 cv (1968)

Cores Externas (Pintura)
• Light Ivory (Marfim Claro) – Código 6804;
• Polo Red (Vermelho Polo) – Código 6802;
• Slate Gray (Cinza Ardósia) – Código 6801;
• Irish Green (Verde Irlandês) – Código 6806;
• Bahama Yellow (Amarelo Bahama) – Código 6805;
• Ossi Blue (Azul Ossi) – Código 6803;
• Sand Beige (Bege Areia) – Código 6807;
• Burgundy Red (Vermelho Borgonha) – Código 6808;
• Tangerine / Blutorange (Laranja Sangue) – Código 6809;
• Silver Metallic (Prata Metálico) – Código 6856.

Acabamentos Internos (Revestimentos e Padrões)
• Leatherette Preto (vinil);
• Leatherette Marrom Escuro;
• Leatherette Vermelho;
• Leatherette Bege;
• Couro Natural (opcional);
• Tecido Pepita (houndstooth preto e branco) – opcional clássico da época;
• Carpete Bouclé em tons combinando ao interior.

Combinações Clássicas Recomendadas pela Fábrica em 1968
• Light Ivory com interior preto;
• Irish Green com interior bege;
• Polo Red com interior preto ou Pepita;
• Bahama Yellow com interior marrom;
• Slate Gray com interior vermelho;
• Ossi Blue com interior bege;
• Tangerine com interior preto.

Catálogo de Cores Externas – Porsche 911 T Coupé 1968

Cor Código Visual
Light Ivory6804
Polo Red6802
Slate Gray6801
Irish Green6806
Bahama Yellow6805
Ossi Blue6803
Sand Beige6807
Burgundy Red6808
Tangerine / Blutorange6809
Silver Metallic6856

Acabamentos Internos

Material Cor Visual
LeatherettePreto
LeatheretteMarrom
LeatheretteVermelho
LeatheretteBege
Couro NaturalBege Claro
Tecido PepitaPreto e Branco
Carpete BoucléCinza ou Preto